"Raios de Luz"


sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

São João Bosco, Pai e Mestre da Juventude

A Igreja celebra hoje a Memória Litúrgica de São João Bosco (Dom Bosco), um sacerdote que viveu entre 1815 e 1888 e foi considerado Pai e Mestre da juventude.
 
Foi um místico, que tinha vários sonhos, nos quais lhe foram reveladas algumas verdades de Fé (como a visão do Céu e do Inferno) e até mesmo profecias para a o mundo e para a Igreja. Um dos sonhos mais conhecidos de São João Bosco – é o sonho das duas colunas.
 
Neste sonho, uma barca que navega num mar agitado, é atingida por embarcações inimigas, causando a morte do seu capitão que é substituído por outro e amarra a barca a duas fortes colunas que simbolizam a Eucaristia e a devoção à Santíssima Virgem Maria.
 
Dom Bosco compara a Igreja à embarcação que é atingida pelos seus inimigos sob a forma de insultos, malidicências e blasfémias. A barca da Igreja chega a bom porto e alcança a paz, assim como o mar acalma e as embarcações inimigas são afundadas quando é ancorada aos pilares da Santíssima Eucaristia e da Devoção a Nossa Senhora.
 
Muitos outros sonhos teve este Santo e sempre viu neles alguma mensagem para os “seus” jovens: ou adverti-los do perigo de condenação eterna pelos pecados que cometiam, ou incentivá-los à oração do Terço do Rosário, entre tantas outras mensagens que, através de sonhos, Deus permitiu que Dom Bosco instruísse na Fé Católica os jovens do seu tempo.
 
Hoje, ficam os seus relatos e o testemunho de tantos jovens que se tornaram santos por seguirem os seus ensinamentos.
 
Lembremo-nos sempre das duas colunas, nas quais a Igreja está segura durante a sua peregrinação neste mundo: o tesouro da Santa Missa e a devoção à Mãe de Deus.

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

«Não se entende um cristão sem a Igreja»

«O cristão não é um baptizado que recebe o baptismo e depois põe-se a caminho na sua estrada. O primeiro fruto do Baptismo é pertencer à  Igreja, povo de Deus. Não se entende um cristão sem a Igreja.
 
E por isso o Papa Paulo VI disse que é uma dicotomia absurda amar Cristo sem a Igreja; ouvir a Cristo, mas não a Igreja; estar com Cristo à margem da Igreja. Não se pode! É uma dicotomia absurda.
 
A mensagem do Evangelho, nós recebemo-la na Igreja e a nossa santidade faz-se na Igreja, o nosso caminho é na Igreja. O resto é uma fantasia, ou uma dicotomia absurda.
 
O "sensus Ecclesiae"  é o sentir , pensar, desejar estar dentro da Igreja. Existem três pilares desta pertença, deste sentir com a Igreja: humildade, obediência e oração.
 
Humildade:
 
Uma pessoa que não é humilde não pode ouvir a Igreja, ouvirá apenas o que gosta. A história da Igreja começou antes de nós e continuará depois de nós. Humildade: somos uma pequena parte de um grande povo, que anda no caminho do Senhor .
 
Fidelidade:
 
O segundo pilar é a fidelidade, que está ligado à obediência. Fidelidade à Igreja e aos seus ensinamentos, fidelidade ao Credo, fidelidade à Doutrina e guardar esta Doutrina. Devemos transmitir a Mensagem do Evangelho como um dom, que não é nosso: é um dom que recebemos. E esta transmissão tem de ser fiel. Porque recebemos e damos um Evangelho que não é nosso, que é de Jesus, e não devemos ser mestres do Evangelho, mestres da Doutrina recebida, para usá-los como quisermos.
 
Oração:
 
O terceiro pilar é um serviço particular: rezar pela Igreja. Como é a nossa oração pela Igreja? Rezamos pela Igreja? Na Missa, todos os dias, sim. Mas e em nossa casa? Quando fazemos nossas orações, rezemos pela Igreja inteira, em todas as partes do mundo.
 
Que o Senhor nos ajudar a ir por este caminho, para aprofundar a nossa pertença à Igreja e o nosso sentir com a Igreja».
 


quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Festa da Apresentação de Jesus no Templo

No próximo Domingo, 2 de Fevereiro, celebra-se a Festa da Apresentação de Jesus no Templo. Nesta Festa, contemplamos Jesus, consagrado ao Pai, que veio ao mundo para cumprir fielmente a Sua vontade. O Profeta Simeão marca este Menino como «uma luz para iluminar as nações» e anunciou com palavras proféticas a Sua oferta suprema a Deus e a Sua vitória.
 
É o encontro dos dois Testamentos, o Antigo e o Novo. Jesus entra no antigo Templo, ele que é o novo Templo de Deus que vem visitar o seu povo.
Jesus é um menino como os outros, o filho primogénito de dois pais muito simples. Até mesmo os sacerdotes não são capazes de ler os sinais da nova e especial presença do Messias e Salvador.
 
Apenas dois idosos, Simeão e Ana, descobrem a grande novidade! Ambos contemplam a luz de Deus, que vem para iluminar o mundo.
 
A Apresentação de Jesus no Templo contém o símbolo fundamental da luz, a luz que a partir de Cristo brilha em Maria e José, sobre Simeão e Ana, e através deles, a todos.
 
Hoje vivemos, especialmente em sociedades mais desenvolvidas, uma condição muitas vezes marcada por uma pluralidade radical, pela marginalização progressiva da religião da esfera pública , por um relativismo que afecta os valores fundamentais.
 
Isso exige que o nosso testemunho cristão seja brilhante e consistente e que os nossos esforços educacionais sejam cada vez mais atentos e generosos. Deixemo-nos iluminar pela Luz de Cristo e a ação apostólica tornar-se-á compromisso de vida. Educaremos, assim, a inteligência e o coração dos homens e mulheres do nosso tempo para a Boa Nova do Evangelho.
 
Adaptado da Homilia do Papa Bento XVI
Fevereiro de 2011
PROPOSTA DE CÂNTICOS PARA A MISSA:

Entrada: Recordamos, Senhor, a Vossa misericórdia - F. Santos  [partitura]
Salmo: O Senhor do Universo [partitura]
Comunhão: Os meus olhos viram a Salvação - OC, p. 204 [partitura]
Pós-Comunhão: A Luz de Cristo - CEC II, p. 183 [partitura]
Final: Senhor, tu és a Luz - NCT 273 [partitura]

CEC II - Cânticos de Entrada e de Comunhão, vol. II
NCT - Novo Cantemos Todos
OC - Orar Cantando

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Será realmente Amor?

«O Amor, hoje, tornou-se sinónimo de paixão, sexo, sentimentalismo... Com o amor justifica-se a infidelidade, a falta de compromisso, a depravação, a destruição da família, o abandono de valores e dos compromissos assumidos... ‘O amor vale mais que tudo’ – diz-se! Mas trata-se realmente de amor?


A palavra amor é uma palavra gasta, nos dias de hoje. Ela está nas novelas da TV, nas canções, na boca dos jovens... Em seu nome, pregam-se as maiores aberrações e fazem-se as coisas mais egoístas.

Penso que poderíamos exprimir bem a beleza, doçura e sentido profundo do amor verdadeiro com as palavras de São Bernardo de Claraval, monge cisterciense e grande místico do século XII:

'O amor basta-se a si mesmo, em si e por sua causa encontra satisfação. É seu mérito, seu próprio prémio. Além de si mesmo, o amor não exige motivo nem fruto. O seu fruto é o próprio acto de amar. Amo porque amo, amo para amar! […] De todos os movimentos da alma, sentidos e afeições, o amor é o único com que pode a criatura, embora não condignamente, responder ao Criador e, por sua vez, dar-lhe outro tanto. Pois quando Deus ama não quer outra coisa senão ser amado, já que ama para ser amado; porque sabe que serão felizes pelo amor aqueles que o amarem'.

Com acuidade perceptiva, o emérito e sempre actual Papa Bento XVI já chamava atenção que o não é a paixão irracional, cega, centrípeta ou o êxtase do inebriamento irracional, irresponsável, entorpecido.
amor é paixão, é êxtase, mas

Pelo contrário, é paixão porque é totalizante, entusiástico, envolvente; é êxtase porque é um sair de si, um esquecer-se de si, com liberdade, maturidade e entrega, para doar-se a Deus e aos outros.

Só este êxtase, este sair, é digno do amor e é fruto do verdadeiro amor. Como disse e fez Jesus, 'não há maior prova de amor que dar a vida…' O resto é egoísmo disfarçado. O verdadeiro amor amadurece, liberta, gera vida; o falso, infantiliza, escraviza e mata».

Dom Henrique Soares da Costa
Bispo Auxiliar de Aracaju - Brasil

sábado, 25 de janeiro de 2014

A Conversão de São Paulo

No dia de hoje, 25 de Janeiro, celebra-se a conversão de São Paulo que, de perseguidor tornou-se o maior anunciador do Cristianismo. Contemplar uma conversão é contemplar a misericórdia de Deus que age no mundo.

É claro que a conversão depende da nossa vontade, mas o que nós fazemos, quando nos convertemos, é “somente” deixar agir a graça de Deus em nós.

O exemplo de São Paulo leva-nos a perceber a luz de Deus na nossa vida, ainda que fechemos os olhos e os ouvidos para o Seu plano de Amor.

São Paulo nasceu em Tarso por volta do ano 10 d.C. Além de judeu, era também cidadão romano. Desde a infância, foi educado conforme a doutrina dos fariseus por um sábio chamado Gamaliel. Destacou-se inicialmente como um implacável perseguidor das primeiras comunidades cristãs e foi conivente com o assassinato de Santo Estevão.

A sua conversão ocorreu de modo inesperado a caminho de Damasco, quando liderava uma perseguição contra os cristãos daquela cidade. Jesus Ressuscitado apareceu-lhe e o derrubou do cavalo, transformando-o de cruel perseguidor dos cristãos em ardoroso apóstolo dos gentios.

Passou, então, a consagrar a sua vida ao serviço de Cristo, viajando por todo o mundo conhecido na altura, anunciando o Evangelho de Jesus Cristo e o Mistério da sua Paixão, Morte e Ressurreição. É sem dúvida uma das principais colunas do cristianismo.


A conversão de São Paulo é muito significativa no contexto pessoal de todos nós. Que também nós possamos converter o nosso coração para vivermos uma vida conforme a vontade de Deus, abandonando o pecado e os erros e procurando praticar as virtudes enquanto vivemos na graça de Deus!

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

«A unidade dos cristãos é obra e dom do Espírito Santo»

«A comunhão na mesma fé constitui a base para o ecumenismo. Com efeito, a unidade é concedida por Deus, como algo inseparável da fé; São Paulo exprime-o de maneira eficaz: ‘Sede um só corpo e um só espírito, assim como fostes chamados pela vossa vocação a uma só esperança. Há um só Senhor, uma só fé, um só baptismo. Há um só Deus e Pai de todos, que actua acima de todos, por todos e em todos’ (Ef 4, 4-6).

O Concílio Vaticano II recorda que os cristãos, ‘quanto mais unidos estiverem em comunhão estreita com o Pai, o Verbo e o Espírito, tanto mais íntima e facilmente conseguirão aumentar a fraternidade mútua’ (Decreto Unitatis redintegratio, 7). As questões doutrinais que ainda nos dividem não devem ser descuidadas, nem subestimadas. Ao contrário, devem ser enfrentadas com coragem, num espírito de fraternidade e de respeito recíprocos. Quando reflecte a prioridade da fé, o diálogo permite que nos abramos à obra de Deus, com a confiança firme de que não podemos construir a unidade sozinhos, mas é o Espírito Santo que nos orienta para a comunhão plena.

A unidade é em si mesmo um instrumento privilegiado, como que um pressuposto para anunciar de modo cada vez mais credível a fé a quantos ainda não conhecem o Salvador ou que, embora tenham recebido o anúncio do Evangelho, quase esqueceram este dom inestimável. O escândalo da divisão que impedia a actividade missionária foi o impulso que depois deu início ao movimento ecuménico como hoje o conhecemos.

Com efeito, a comunhão plena e visível entre os cristãos deve ser entendida como uma característica fundamental, para um testemunho ainda mais claro. A nossa busca de unidade na verdade e no amor nunca deve perder de vista a percepção de que a unidade dos cristãos constitui uma obra e um dom do Espírito Santo, e vai muito além dos nossos esforços.

O ecumenismo não dará frutos duradouros, se não for acompanhado por gestos concretos de conversão que despertem as consciências e favoreçam a purificação das recordações e das relações. Como afirma o Decreto do Concílio Vaticano II sobre o ecumenismo, ‘não existe um ecumenismo verdadeiro sem a conversão interior’.

Invoquemos com confiança a Virgem Maria, modelo incomparável de evangelização, a fim de que a Igreja, «sinal e instrumento da íntima união com Deus e da unidade de todo o género humano» (Constituição Lumen gentium, 1), anuncie com franqueza, também no nosso tempo, Cristo Salvador».

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

III Domingo do Tempo Comum

O Evangelho deste III Domingo do Tempo Comum é a continuação dos episódios narrados nos dois últimos Domingos, nos quais se meditava sobre o Baptismo de Jesus e de como João tinha indicado o Messias como o «Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo».

Neste Domingo, o evangelho relata-nos o início do ministério público de Jesus, em Cafarnaum, após o Baptismo. Ele é apresentado como grande luz de que fala o Profeta Isaías. Junto ao lago, Jesus começa a pregar e a dizer: «Convertei-vos, porque está próximo o Reino dos Céus»

Da pregação em geral, Jesus passa ao convite pessoal: «Segui-Me e Eu vos farei pescadores de homens.» O Evangelho apresenta-nos o chamamento dos primeiros Apóstolos. Simão e André experimentaram o fascínio da luz que emanava d'Ele e seguiram-na sem demora para que iluminasse o caminho das suas vidas.

O Senhor continua a chamar-nos para que O sigamos e para que iluminemos a vida dos homens luz da fé; sabemos bem que o remédio para tantos males que acfetam a humanidade é a fé em Jesus Cristo, Nosso Senhor; sem Ele, os homens caminham nas trevas e por isso tropeçam e caem.

Deus chama-nos a todos para que sejamos luz do mundo, e essa luz não pode ficar escondida: “Somos lâmpadas que foram acesas com a luz da verdade” (Santo Agostinho).

Se somos cristãos que vivem imersos na sociedade, procurando a nossa santificação, devemos procurar viver de acordo com a fé que professamos e sobre os ensinamentos d'Aquele que é a Luz do Mundo. Para isso são necessárias vida interior e formação doutrinal.

No entanto, nem sempre é fácil conseguirmos viver de acordo com o Senhor que chama e que convida à conversão. Diariamente somos 'bombardeados' com uma mundanidade que choca com os ensinamentos da Igreja e que pode fazer-nos vacilar. O Demónio está sempre a tentar afastar-nos desta luz que é Cristo e a levar-nos para o caminho das trevas.

Peçamos à Virgem Maria coragem e simplicidade para vivermos no meio do mundo sem sermos mundanos, como os primeiros cristãos, para sermos luz de Cristo na nossa profissão e em todos os ambientes de que participamos.


PROPOSTA DE CÂNTICOS PARA A MISSA:

Entrada: Cantai ao Senhor um cântico novo - CEC II, p. 16-17 [partitura]
Salmo: O Senhor é minha luz [partitura]
Comunhão: Aproximai-vos do Senhor - F. Santos [partitura]
Pós-Comunhão: Em Vós, Senhor, está a Fonte da Vida - Az. Oliveira [partitura]
Final: Senhor, Tu és a Luz - NCT 273 [partitura]

CEC II - Cânticos de Entrada e de Comunhão, vol. II
NCT - Novo Cantemos Todos

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Mensagem do Papa para o Dia de Oração pelas Vocações

«Vocações, testemunho da Verdade»
 
Foi divulgada na passada quinta-feira a Mensagem do Santo Padre para o Dia Mundial de Oração pelas Vocações, que se celebrará no próximo dia 11 de Maio, no IV Domingo do Tempo da Páscoa.
 
«A vocação brota do coração de Deus» e «é um fruto que amadurece no campo bem cultivado do amor recíproco que se torna serviço mútuo, no contexto de uma autêntica vida eclesial, pois nenhuma vocação nasce por si ou vive para si mesma».
 
No Documento, o Pontífice dirige-se em particular a quantos «estão dispostos a pôr-se na escuta da voz de Cristo que ressoa na Igreja, para compreender qual é a sua vocação», convidando, a ouvir e a seguir Jesus, deixando-se «transformar interiormente pelas Suas palavras».
 
O Papa recorda ainda que o próprio Jesus nos adverte: «Muitas vezes a boa semente da Palavra de Deus é roubada pelo Maligno, bloqueada pelas tribulações, sufocada por preocupações e seduções mundanas (cf. Mt 13, 19-22)». Estas dificuldades não devem desencorajar o cristão, fazendo-o «optar por vias aparentemente mais confortáveis».
 
Com efeito, acrescenta o Papa Francisco, «a verdadeira alegria dos chamados consiste em crer e experimentar que Ele, o Senhor, é fiel, e com Ele podemos caminhar, ser discípulos e testemunhas do amor de Deus, abrir o coração a grandes ideais, a coisas grandiosas».
 
O Santo Padre lembra ainda que somos ‘propriedade’ de Deus, «não no sentido da posse que escraviza, mas de um vínculo forte que nos une a Deus e entre nós, segundo um pacto de aliança que permanece eterno ‘porque o Seu amor é para sempre’».
 
Fonte: News.va 

domingo, 19 de janeiro de 2014

Mártir São Sebastião, Soldado de Cristo

Imagem que se venera na Igreja de São Sebastião - Sobreiro
 
No dia 20 de Janeiro a Igreja celebra a Memória Litúrgica de São Sebastião,
Padroeiro do Sobreiro.
Sebastião um soldado que nasceu em Milão, converteu-se ao Cristianismo e, por querer ser fiel a Jesus, foi martirizado em Roma no início da perseguição de Diocleciano.
 
 
ORAÇÃO A SÃO SEBASTIÃO
 
Glorioso mártir São Sebastião,
soldado de Cristo
e exemplo de cristão,
hoje vimos pedir
a vossa intercessão
junto ao trono do Senhor Jesus,
nosso Salvador,
por Quem destes a vida.
 
Vós que vivestes a fé
e perseverastes até o fim,
pedi a Jesus por nós
para que sejamos
testemunhas do amor de Deus.´
 
Vós que esperastes com firmeza
nas palavras de Jesus,
pedi-Lhe por nós,
para que aumente
a nossa esperança na ressurreição.
 
Vós que vivestes a caridade
para com os irmãos,
pedi a Jesus para que aumente
o nosso amor para com todos.
 
Ó glorioso mártir São Sebastião,
protegei-nos contra a peste,
a fome e a guerra;
defendei as nossas plantações
e os nossos rebanhos,
que são dons de Deus para o nosso bem
e para o bem de todos.
 
 E defendei-nos do pecado,
que é o maior
de todos os males.
Assim seja.
 


sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Domingo II do Tempo Comum

Após a Igreja viver o Tempo do Advento e do Natal do Senhor, celebra neste Domingo a II Semana do Tempo Comum. Durante este tempo a liturgia apresenta um caminho marcado pela esperança porque somos convidados a tomar consciência de que o Filho de Deus veio habitar entre nós, entrou nos nossos tempos para santificar a nossa vida.

Neste segundo Domingo do Tempo Comum, a Liturgia ainda nos liga ao Baptismo do Senhor, celebrado no Domingo passado. Recordemo-nos que no Evangelho do passado Domingo revivíamos o Baptismo de Jesus por João Batista e a sua unção pelo Pai com o Espírito Santo como Messias de Israel.

O Evangelho deste Domingo aprofunda ainda mais este quadro impressionante, que nos revela a missão de Jesus: «João viu Jesus aproximar-se dele e disse: ‘Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo'». Em aramaico, "cordeiro" significa também "servo".

Jesus é então apresentado como o Servo ou Cordeiro de Deus, Aquele que tal como no Antigo Testamento era mandado para o deserto, colocado fora da cidade, carregando os pecados de Israel; Aquele cordeiro pascal, cujos ossos não poderiam ser quebrados; Aquele, cujo sangue, aspergido sobre o povo, selará a nova e eterna aliança entre Deus e o povo santo.

João Baptista reconheceu em Jesus o Messias, tão humilde e tão grande - ele é o próprio Deus: «passou à minha frente porque existia antes de mim!». E como Deus feito homem, Ele é o único e absoluto Salvador de todos – e não há salvação sem ele ou fora dele!

Por fim, o Percussor dá testemunho de que esse Jesus bendito é mais que um Servo, mais que um Cordeiro, mais que um Profeta: Ele é o Filho de Deus: «Eu vi e dou testemunho: Este é o Filho de Deus!».
 
Procuremos na nossa vida dizer ao Messias que é n'Ele que cremos e a Ele queremos seguir. Em Jesus coloquemos a nossa vida e nossa morte! Sejamos sempre verdadeiras testemunhas do Reino de Deus que Jesus plantou na terra com a Sua bendita encarnação e bendigamo-Lo para sempre!

PROPOSTA DE CÂNTICOS PARA A MISSA:

Entrada: Toda a terra Vos adore, Senhor - CEC II, pág. 13 [partitura]
Salmo: Eu venho, Senhor, para fazer a Vossa vontade [partitura]
Comunhão: O Cordeiro de Deus é o nosso Pastor - OC 167-168 [partitura]
Pós-Comunhão: Este é Aquele - CEC II, pág. 14-15 [partitura]
Final: O Amor de Deus repousa em mim - NCT 388 [partitura]

CEC II - Cânticos de Entrada e de Comunhão, vol. II
NCT - Novo Cantemos Todos
OC - Orar Cantando

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Nossa Senhora, o exemplo de Mãe solícita

Ao chegarmos ao fim do Tempo do Natal, fixemos o nosso olhar na solicitude de Nossa Senhora para com o Menino Jesus e para cada um de nós, Seus Filhos.

Sabemos que qualquer Mãe é solícita para o seu filho e faz tudo para que este cresça da melhor forma. O que dizer então da solicitude de Nossa Senhora para com o Menino Jesus, visto que em Seu coração Se uniu ao amor natural mais perfeito. Tanto que viu Jesus nascido na gruta de Belém, abraçou-O com maternal ternura e tomou-O nos braços. Em seguida, refere S. Lucas, «envolveu-O em paninhos e deitou-O na manjedoura».

Diz Santo Afonso Maria Ligório a propósito deste relato evangélico: «Ó Deus, que grande estima devia a Santa Virgem conceber da pobreza, da humildade, da obediência, ao contemplar o Filho de Deus que estendia as Suas mãozinhas para se deixar envolver».

A pobre Virgem Maria não possuía grandes coisas a fim de preparar uma caminha para o Seu Filho, por isso juntou um pouco de palha numa manjedoura, onde O deitou. Nossa Senhora prosta-Se diante daquele berço e contempla o rosto do divino Menino, adora-O e não deixa de fazer continuamente actos de amor a Seu Filho.

Também connosco Maria age desta forma. Como uma Mãe solícita, ampara-nos e protege-nos dos perigos deste mundo. A Virgem Maria vela por nós e pede ao altíssimo por nós.

As solicitudes maternais de Nossa Senhora perduraram a vida toda de Jesus, desde o nacimento na gruta de Belém até ao Calvário. A Virgem Maria sabia que devia estar sempre junto de Seu amado Filho. Hoje, está connosco neste mundo. Não há nenhuma graça que venha do Céu que não passe pelas mãos da Santíssima Virgem.


Confiemos em Nossa Senhora, Mãe de Jesus Cristo e nossa Mãe. Neste início de ano, confiemos-Lhe as nossas tristezas e angústias, pois Ela como Boa Mãe, de certo nos ajudará a viver sempre segundo o que Deus quer de nós!  

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

XX Aniversário do Grupo de Jovens do Sobreiro: Musical sobre Fátima

 
No próximo dia 1 de Fevereiro, a JMV Sobreiro vai apresentar um MUSICAL sobre a Mensagem de Fátima, no âmbito do XX Aniversário do grupo.
 
Será servido um jantar no Salão Polivalente do Sobreiro, antes do espectáculo, para o qual convidamos todos a juntarem-se a nós!
 
As informações para as inscrições estão no cartaz mas para qualquer informação adicional, não deixe de contactar-nos através do email ou Facebook.
 
As inscrições serão até ao último fim de semana de Janeiro. NÃO SÃO considerados como inscrições os "vou" feitos no evento do Facebook. É necessário contactar por email ou através dos contactos telefónicos.
 
Não se atrasem! :)

O Baptismo de Jesus

«Com a festa do Baptismo de Jesus continua o ciclo das manifestações do Senhor, que começou no Natal com o nascimento do Verbo encarnado em Belém, contemplado por Maria, José e os pastores na humildade do presépio e que teve uma etapa importante na Epifania, quando o Messias, através dos Magos, se manifestou a todas as nações.
 
Hoje Jesus revela-Se, nas margens do Jordão, a João e ao povo de Israel. É a primeira ocasião em que ele, como homem maduro, entra no cenário público, depois de ter deixado Nazaré. Jesus abandona a casa e as ocupações habituais para se dirigir ao rio Jordão. Chega ao meio da multidão que está a ouvir João Baptista e põe-se na fila como todos, à espera de ser baptizado.
 
Junto do Jordão, Jesus manifesta-Se com uma extraordinária humildade, que recorda a pobreza e a simplicidade do Menino colocado na manjedoura, e antecipa os sentimentos com os quais, no final dos seus dias terrenos, chegará a lavar os pés dos discípulos e sofrerá a humilhação terrível da cruz.
 
O Filho de Deus, Aquele que é sem pecado, coloca-se entre os pecadores, mostra a proximidade de Deus ao caminho de conversão do homem. Jesus carrega sobre os seus ombros o peso da culpa da humanidade inteira, inicia a sua missão pondo-se no nosso lugar, no lugar dos pecadores, na perspectiva da cruz.
 
Recolhido em oração, depois do Baptismo, enquanto sai da água, abrem-se os Céus. O Pai, o Filho e o Espírito Santo manifestam-Se entre os homens e revelam-nos o seu amor que salva. Se são os anjos que levam aos pastores o anúncio do nascimento do Salvador, e as estrelas aos Magos vindos do Oriente, agora é a própria voz do Pai que indica aos homens a presença no mundo do seu Filho e que convida a olhar para a vitória de Cristo sobre o pecado e sobre a morte.
 
A partir deste momento, a voz do Pai chamará também outros para serem seus filhos em Cristo e, na sua família que é a Igreja, concederá a cada um o dom sublime da Fé. Este dom, que as crianças não têm a possibilidade de compreender plenamente, será colocado no seu coração como uma semente cheia de vida, que espera desenvolver-se e dar fruto.
 
É o Baptismo que ilumina com a luz de Cristo, que abre os olhos ao seu esplendor e introduz no mistério de Deus através da luz divina da Fé. Também nos nossos dias a Fé é um dom que se deve redescobrir, cultivar e testemunhar».
 
PROPOSTA DE CÂNTICOS PARA A MISSSA:
 
Entrada: Pai, Filho e Espírito Santo - CEC I, p. 7677 [partitura]
Salmo: O Senhor abençoará o Seu povo [partitura]
Comunhão: Este é Aquele - OC, p. 98 [partitura]
Pós-Comunhão: Tu és o Meu Filho - Pe. António Cartageno [partitura]
Final: Glória ao Pai que nos criou - OC, p.128-129 [partitura]

CEC I - Cânticos de Entrada e Comunhão, vol. I
OC - Orar Cantando
 


quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Um jovem Padre escreve ao Papa antes de morrer

O Padre Fabrizio nasceu em Nápoles (Itália), no dia 8 de Setembro de 1982 e viveu um grande sofrimento nos últimos meses, mas sempre com fé e força interior, vindo a falecer no dia 1 de Janeiro deste ano. Partilhamos a carta que ele enviou ao Papa Francisco, oferecendo as suas dores e a sua vida pelo Santo Padre e pela Igreja:
 
 
 
«A Sua Santidade o Papa Francisco:
Santo Padre,
 
Nas orações diárias que dirijo a Deus, não deixo de rezar por vós e pelo ministério que Deus vos confiou, para que Ele possa dar forças e alegria para continuar anunciando a boa nova do Evangelho.
 
Eu chamo-me Fabrizio De Michino e sou um jovem padre da diocese de Nápoles. Tenho 31 anos e há cinco que sou sacerdote. Desempenho o meu serviço no Seminário Arcebispal de Nápoles como professor de um grupo de diáconos,  e uma paróquia em Ponticelli, que se encontra na periferia de Nápoles. A paróquia, recordando o milagre registrado na colina Esquilino, recebe o nome de Nossa Senhora das Neves.
 Ponticelli é um bairro degradado pela sua pobreza e alta criminalidade, mas a cada dia descubro verdadeiramente a beleza de ver o que o Senhor realiza nestas pessoas que confiam em Deus e na Virgem.
Também eu, desde que estou nesta paróquia, pude ampliar cada vez mais meu amor pela Mãe Celeste, experimentando também nas dificuldades a sua proximidade e protecção. Infelizmente, há três anos eu luto contra uma doença rara: um tumor no interior do coração. Há um mês estou com metástases no fígado e no baço. Nesses anos difíceis, no entanto, nunca perdi a alegria de ser anunciador do Evangelho. Também no cansaço eu percebo, verdadeiramente, esta força que não vem de mim, mas de Deus, que me permite desempenhar com simplicidade o meu ministério. Há uma citação bíblica que me tem acompanhado e me enche de confiança na força do Senhor: “Dar-vos-ei um coração novo e em vós porei um espírito novo; tirar-vos-ei do peito o coração de pedra e dar-vos-ei um coração de carne” (Ez 36, 26).
 Neste tempo tem sido muito próxima a presença do meu bispo, o Cardeal Crescenzio Sepe, que me apoia constantemente, ainda que às vezes me peça para descansar, para que eu não me sobrecarregue.
 Agradeço a Deus também pelos meus familiares e amigos sacerdotes que me ajudam e apoiam, sobretudo quando faço os tratamentos, compartilhando comigo os momentos de inevitável sofrimento. Também os meus médicos me apoiam muito e fazem o impossível para encontrar os tratamentos adequados para mim.
 
Santo Padre,
Estou a alongar-me muito, mas só quero dizer que ofereço a Deus tudo isto, pelo bem da Igreja e por vós de um modo especial, para que Deus o abençoe sempre e o acompanhe nesse ministério de serviço e amor.
Eu lhe rogo que reze por mim: o que peço todos os dias ao Senhor é que seja feita a Sua vontade, sempre e em toda as parte. Não peço a Deus a minha cura, mas a força e a alegria de continuar sendo um verdadeiro testemunho do Seu amor e um sacerdote segundo o Seu coração.
Seguro das vossas orações paternas, o saúdo devotamente.
Padre Fabrizio De Michino

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

«Iniciamos o Ano com Jesus, que vence o Demónio!»

Uma grande multidão acolheu ontem o Papa Francisco, numa visita privada à representação de um presépio ao vivo, na paróquia de Santo Afonso Maria de Ligório, nos arredores de Roma.

«Começamos o ano com Jesus , ele continua connosco e vence o Mal e o Demónio. Rezamos, pedimos por todos, pelas famílias, especialmente pelas crianças que vão nascer e pelos avós, que são a sabedoria!»- disse o Santo Padre.
 
Seguidamente, o Papa cumprimentou e abençoou os paroquianos. À sua espera, estavam mais de 100 crianças, que o acolheram com flores. Então, o Papa dirigiu-lhes algumas perguntas:
- Jesus continua connosco?
- Sim!!
- E o Diabo, permanece connosco?
-Não!!
- Dizei-me: Jesus vence o Diabo?
- Sim!
- E o Diabo pode vencer-nos?
- Não!!
- Vocês são bons, hein?! Parabéns aos catequistas!
O Santo padre elogiou ainda o promotor da iniciativa e após uma oração em forma privada, cumprimentou e abençoou alguns deficientes, doentes e crianças.
Como o próprio Papa exemplifica, não se deve ter medo de falar das verdade de Fé (entre as quais as verdades da existência do Demónio e do Inferno) às crianças!

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Os Magos do tempo de Jesus e os actuais magos

Hoje comemora-se o Dia de Reis, em que tradicionalmente se lembra a visita dos Reis Magos ao Menino Jesus. Mas quem são estes Reis Magos? Eram sábios, que estudavam os fenómenos naturais e os astros, um pouco à imagem dos actuais cientistas e astrónomos.

O Papa Francisco, na sua homilia de hoje, exorta-nos:

«Os Magos, com santa astúcia, guardaram a Fé. E nós também temos que manter a fé. Guardá-la da escuridão. Mas esta escuridão, muitas vezes, nos aparece como disfarçada de luz. Por que o Diabo também se pode vestir, por vezes, como um anjo de luz. E aqui é necessário uma 'santa astúcia’, como os Magos, para manter a Fé, e defendê-la do canto da sereia».
 
Às vezes, muitos confundem os Reis Magos com três personagens mais ou menos esotéricas que se dedicavam à Astrologia. Sabemos que tais práticas de adivinhação, ocultismo, astrologia, horóscopos ou outro tipo de superstição sempre foram condenadas pela Igreja.

Nos dias de hoje, existem muitos “magos” que se dedicam a estas práticas, chegando a confundir os próprios fiéis da Igreja Católica, uma vez que adulteram o sentido do culto aos Santos e aos Anjos, misturando-os com superstições pagãs.
O Catecismo da Igreja Católica é claro acerca da impossibilidade de um católico recorrer a estas práticas:
 «Todas as formas de adivinhação devem ser rejeitadas - recurso a Satanás ou aos demónios, evocação dos mortos ou outras práticas supostamente «reveladoras» do futuro: a consulta dos horóscopos, a astrologia, a quiromancia, a interpretação de presságios e de sortes, os fenómenos de vidência ou o recurso aos "médiuns”[…] (CIC, 2116).
Há outras práticas que, actualmente, se apresentam como que inócuas e algumas até aceites como ‘técnicas terapêuticas alternativas’, mas que devem ser absolutamente rejeitadas pelos católicos. Destas, destacam-se, por exemplo, duas das mais perigosas: a prática de Reiki e de Yoga.
«O Reiki é perigoso para a saúde espiritual. Ao usar o Reiki aceita-se, pelo menos de forma implícita, os elementos básicos em que se fundamenta, elementos esses que não pertencem nem ao Cristianismo nem à ciência natural. Sem justificação quer da Fé Cristã ou da ciência natural, um Católico que coloca a sua confiança no Reiki, estará a operar, no mínimo, no reino da superstição. A terapia Reiki não é compatível com qualquer doutrina cristã nem mesmo científica» – Conferência de Bispos dos EUA.
«As contradições entre a prática de Yoga e o Cristianismo não são poucas, nem superficiais, uma vez que a prática de Yoga é uma disciplina espiritual na qual o adepto é treinado para usar o corpo como veículo a fim de alcançar um estado de elevação, em última análise, a consciência do divino. Esta prática é uma negação implícita da Fé católica na divindade de Cristo, verdadeiro Deus e verdadeiro homem, e de uma verdadeira espiritualidade centrada em Cristo» (Pe. Peter Scott).
Acerca da magia, feitiçaria e uso de amuletos, a Doutrina da Igreja é também bastante firme:
«Todas as práticas de magia ou de feitiçaria, pelas quais se pretende domesticar os poderes ocultos para os pôr ao seu serviço e obter um poder sobrenatural sobre o próximo – ainda que seja para lhe obter a saúde – são gravemente contrárias à virtude de religião […] O uso de amuletos também é repreensível» (CIC, 2117).


Nós cremos e professamos num só Salvador, um único Deus feito Menino que tira o Mal e o pecado do mundo: Jesus Cristo! Só a Ele adoraremos e devemos seguir apenas a Sua Luz, como fizeram os Reis Magos do Oriente.

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Em 2013, foi assim...

 
A JMV Sobreiro quer, antes de mais, agradecer as quase 30.000 visitas que em 2013 passaram no nosso blogue! É bom e gratificante ver que, entre downloads de guiões, imagens e textos, o nosso trabalho é útil e pode ajudar outros grupos ou pessoas nas suas caminhadas!
 

 ESTATÍSTICAS DO ANO DE 2013
 

Total de visitas ao blogue: 29.935
Número de páginas visualizadas: 25.687

Os 5 ficheiros mais visualizados no SlideShare
 

Países que nos visitaram regularmente:

- Portugal: 20.516
- Brasil: 10.289
- Estados Unidos: 4.297
- Rússia: 1.985
- Alemanha: 607
- Com menos visitas, mas com um número ainda significativo - superior a 100 visitas no ano: Reino Unido (227), Angola (209) e China (104). 

Os 10 textos mais lidos em 2013:

 

Grande parte das nossas actividades, pensamentos, pesquisas ou reflexões são partilhadas nas nossas redes de comunicação social. Assim continuaremos a fazer, transmitindo e dando a conhecer através das novas tecnologias a Mensagem de Jesus, a Doutrina da Igreja, assim como o espírito da JMV! 

Confiamos a continuação do nosso trabalho, neste ano de 2014, à Virgem Imaculada. 

Um bem-haja a todos os leitores!
 
Fontes:
Estatísticas do Blogger
Sitemeter
StatCounter
GeoVisit

Bendito o Nome de Jesus!

«Para que ao Nome de Jesus todos se ajoelhem no céu, na terra e nos abismos»
Filip 2, 10-11
 
«Nome Santíssimo, tão desejado pelos antigos Patriarcas, esperado com tamanha ansiedade, repetidas vezes protelado, invocado com muitos suspiros, suplicado entre copiosas lágrimas, concebido com misericórdia no tempo da graça.
 
O nome de Jesus, sólida base de fé, suscita filhos de Deus. A fé da religião católica consiste no conhecimento da salvação eterna. Quem não tiver tal fé ou abondoná-la, caminha às escuras nas trevas da noite, precipita-se de olhos fechados no meio dos perigos e, por mais que brilhe a grandeza do seu entendimento, acompanha um guia cego porque segue o próprio intelecto, à busca de compreender os segredos celestes. Ou tenta construir casa sem alicerces, ou ainda deixa a porta e quer entrar pelo tecto.
A base, pois, é Jesus, Luz e Porta, o qual, a fim de mostrar o caminho aos errantes, manifestou a todos a luz da Fé, que torna possível procurar o Deus desconhecido, crer no que foi procurado, encontrar Aquele em que se acreditou.
Este fundamento sustenta a Igreja, edificada sobre o nome de Jesus. O nome de Jesus é esplendor dos pregadores, visto que por luminoso fulgou anuncia e faz com que seja ouvida a sua palavra.
De onde vem a todo o mundo a luz da fé, tão grande, súbita e ardente, senão do anúncio de Jesus? Assim iluminados, e vendo nesta luz a luz, diga com razão o Apóstolo: “Outrora éreis trevas, mas agora sois luz no Senhor; comportai-vos como verdadeiras luzes” (Ef 5,8).
Ó nome glorioso, nome grato, nome amante e virtuoso! Por ti perdoam-se os crimes, por ti são superados os adversários, por ti os enfermos são curados, por ti os que sofrem adversidades fortificam-se e alegram-se!
No teu calor inflamam-se os desejos, impetram-se os sufrágios pedidos, inebriam-se as almas que te contemplam e gloriam-se todos os que triunfam na glória do Céu. Por este Santíssimo Nome, dulcíssimo Jesus, fazei-nos reinar na Vossa companhia!»
São Bernardino de Sena

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

A Epifania do Senhor

«A grande luz que irradia da Gruta de Belém, através dos Magos provenientes do Oriente, inunda a humanidade inteira.

Aquelas personagens provenientes do Oriente não são as últimas, mas as primeiras da grande procissão daqueles que, através de todas as épocas da história, sabem reconhecer a mensagem da estrela, sabem caminhar pelas veredas indicadas pela Sagrada Escritura e, assim, sabem encontrar Aquele que é aparentemente fraco e frágil mas que, ao contrário, tem o poder de conferir a maior e mais profunda alegria ao coração do homem.
Eles levaram ouro, incenso e mirra. Sem dúvida, não são dons que correspondem às necessidades primárias ou quotidianas. Naquele momento, a Sagrada Família certamente teria tido mais necessidade de algo diferente do incenso e da mirra, e nem sequer o ouro podia ser-lhe imediatamente útil. Mas estes dons têm um profundo significado: são um acto de justiça.
Os Magos não só se puseram a caminho, mas a partir daquele seu gesto teve início algo de novo, foi traçado um novo caminho, desceu sobre o mundo uma nova luz que não se apagou. Realiza-se a visão do profeta: aquela luz não pode mais ser ignorada no mundo: os homens caminharão rumo àquele Menino e serão iluminados pela alegria que só Ele sabe doar. A luz de Belém continua a resplandecer no mundo inteiro.
Então, podemos perguntar-nos: qual é a razão pela qual alguns vêem e encontram, e outros não? O que abre os olhos e o coração? O que falta àqueles que permanecem indiferentes, aos que indicam o caminho, mas não se movem?
Podemos responder: a demasiada segurança em si mesmos, a pretensão de conhecer perfeitamente a realidade, a presunção de já ter formulado um juízo definitivo sobre as coisas tornam os seus corações fechados e insensíveis à novidade de Deus.
No final, o que falta é a humildade autêntica, que sabe submeter-se ao que é maior, mas também a coragem genuína, que leva a crer naquilo que é verdadeiramente grande, mesmo que se manifeste num Menino indefeso.
Queremos pedir-lhe que nos dê um coração sábio e inocente, que nos permita ver a estrela da sua misericórdia e seguir o seu caminho, para O encontrar e ser inundados pela grande luz e pela verdadeira alegria que Ele trouxe a este mundo!»
PROPOSTA DE CÂNTICOS PARA A MISSA:

Entrada: Eis que vem o Senhor - Pe. Miguel Carneiro [partitura]
Salmo: Virão adorar-Vos, Senhor [partitura]
Ofertório: Levanta-te, Jerusalém - Pe. Teodoro Sousa [partitura]
Comunhão: Nós vimos a sua estrela no Oriente - NCT 77 [partitura]
Pós-Comunhão: Louvado sejais, Senhor - Carlos Silva [partitura]
Final: Alegrem-se os Céus e a terra - Popular - NCT 80
NCT -  Novo Cantemos Todos

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