"Raios de Luz"


Mostrar mensagens com a etiqueta Vaticano. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Vaticano. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Vaticano: Termina o comércio das bênçãos papais

Acabou o negócio das bênçãos apostólicas em pergaminho. A partir de agora, os recém-casados não poderão obter nas lojas o valorizado papel, marcado com o selo da Esmolaria Vaticana, com a bênção do Papa. Terão de solicitar a bênção – a partir de agora este será o único caminho – directamente à Esmolaria Vaticana. Esta dedicará exclusivamente aos pobres o lucro das vendas.

A decisão vem do Papa Francisco (concluindo um processo empreendido há quatro anos por Bento XVI). Isso provocou a insatisfação das dezenas de lojas de lembranças em redor do Vaticano, que se vêem prejudicadas, depois de várias décadas de comércio lucrativo.

Cada pergaminho era vendido (em ocasiões como Baptismos, Comunhões, Matrimónios, etc.) entre 10 e 50 euros (ou até mais), quando, na realidade, o custo original é de menos de 10 euros; e somente esses 10 euros eram devolvidos à Esmolaria Vaticana. Isso permitia aos vendedores do templo obter um lucro de mais de 20 mil euros por mês.

Actualmente, bastam poucos cliques para fazer a petição online da bênção apostólica, motivo pelo qual a colaboração dos intermediários já não é mais necessária.

A vontade do Papa, que quer “uma Igreja pobre para os pobres”, é ajudar sobretudo aos mais carentes. Nos últimos dois meses, graças ao lucro obtido com a comercialização das bênçãos em pergaminho, o seu esmoleiro pôde distribuir 200 mil euros a pessoas em dificuldade, ajudando-as a pagar contas e aluguer.

Ao retomar o monopólio, a Santa Sé espera fazer muito mais que isso.

Para solicitar uma bênção do Papa, basta acessar a Esmolaria Apostólica.

quinta-feira, 26 de junho de 2014

As portas do Inferno não prevalecerão contra a Igreja



«A promessa de Jesus - “as portas do Inferno não prevalecerão” sobre a Igreja – compreende as experiências históricas de perseguição sofridas por Pedro e Paulo e outras testemunhas do Evangelho, mas vai além, desejando assegurar a protecção sobretudo contra as ameaças de ordem espiritual; segundo o que S. Paulo escreve na Carta aos Efésios: “Pois não é contra homens de carne e sangue que temos de lutar, mas contra os principados e potestades, contra os príncipes deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do Mal (espalhadas) nos ares” (Ef 6, 12).

Com efeito, se pensamos nos dois milénios de história da Igreja, podemos observar que nunca faltaram para os cristãos as provações, que em alguns períodos e lugares assumiram o carácter de verdadeiras e próprias perseguições. Essas, no entanto, apesar do sofrimento que provocam, não constituem o perigo mais grave para a Igreja. O dano maior, de facto, provém daquilo que polui a fé e a vida cristã dos seus membros e das suas comunidades, afectando a integridade do Corpo Místico, enfraquecendo a sua capacidade de profecia e testemunho, manchando a beleza de seu rosto.

O Ministério Petrino é garantia de liberdade no sentido da plena adesão à verdade, à autêntica tradição, de tal forma que o Povo de Deus seja preservado de erros concernentes à fé e à moral.

[…]

«As portas do Inferno não prevalecerão sobre a Igreja». Essas palavras podem ter também um significativo valor ecuménico, a partir do momento que um dos efeitos típicos da acção do Maligno é exactamente a divisão no interior da comunidade eclesial. As divisões, de facto, são sintomas da força do pecado, que continua a agir nos membros da Igreja mesmo após a redenção. Mas a palavra de Cristo é clara: “Non praevalebunt - não prevalecerão”.

Queridos amigos, que os Santos Apóstolos Pedro e Paulo alcancem para vós a graça de amar sempre mais e maisaà Santa Igreja, corpo místico de Cristo, o Senhor, e mensageira de unidade e de paz para todos os homens. Que vos alcancem também o oferecer com alegria para a própria santidade e missão as fadigas e sofrimentos suportados pela fidelidade ao Evangelho!»

Papa Bento XVI
29 de Junho de 2010
PROPOSTA DE CÂNTICOS PARA A MISSA:
- com partituras

Sínodo dos Bispos sobre a Família - alguns pontos a considerar



Foi hoje apresentado no Vaticano o documento sobre o qual os Bispos vão trabalhar no próximo Sínodo, de 5 a 19 de Outubro deste ano. Do extenso documento, destacamos alguns pontos mais pertinentes, que nasceram dos inquéritos feitos às Conferências Episcopais do mundo inteiro.

Conhecimento dos documentos do Magistério:

O conhecimento dos documentos conciliares e pós-conciliares do Magistério sobre a família, por parte do povo de Deus, parece ser geralmente escasso. Sem dúvida, há um certo conhecimento deles por parte dos especialistas em âmbito teológico. 

Contudo, estes textos não parecem permear profundamente a mentalidade dos fiéis. Há também respostas que reconhecem com muita franqueza o facto de que tais documentos, entre os fiéis, não são minimamente conhecidos. Nalgumas respostas, é feito notar que por vezes os documentos são considerados, sobretudo pelos leigos, que não têm preparação prévia, como realidades um pouco «exclusivas». Sente-se uma certa dificuldade em pegar nestes textos e estudá-los.

A necessidade de sacerdotes e ministros preparados:

Nalgumas respostas, encontra-se também uma certa insatisfação em relação a alguns sacerdotes que parecem indiferentes em relação a alguns ensinamentos morais. O seu desacordo com a doutrina da Igreja gera confusão entre o povo de Deus. Por isso, é pedido que os sacerdotes sejam mais preparados e responsáveis ao explicar a Palavra de Deus e ao apresentar os documentos da Igreja relativos ao matrimónio e à família.

Alguns motivos da dificuldade na recepção dos ensinamentos da Igreja:

Algumas Conferências Episcopais observam que o motivo da resistência aos ensinamentos da Igreja sobre a moral familiar é a falta de uma autêntica experiência cristã, de um encontro pessoal e comunitário com Cristo, que não pode ser substituído por apresentação alguma, mesmo se correcta, de uma doutrina. Neste contexto, lamenta-se a insuficiência de uma pastoral que se preocupa unicamente em administrar os sacramentos. 

Além disso, a maioria das respostas frisa o crescente contraste entre os valores propostos pela Igreja sobre matrimónio e família e a situação social e cultural diversificada em todo o planeta: as novas tecnologias difusivas e invasivas; a influência dos mass media; a cultura hedonista; o relativismo; o materialismo; o individualismo; o crescente secularismo; a prevalência de concepções que levaram a uma excessiva liberalização dos costumes em sentido egoísta; a fragilidade das relações interpessoais; uma cultura que rejeita escolhas definitivas, condicionada pela precariedade, pelo provisório, típica de uma «sociedade líquida», do «usa e deita fora», do «tudo e já»; valores apoiados pela chamada «cultura do descarte» e do «provisório», como recorda frequentemente o Papa Francisco.

Promover um melhor conhecimento do Magistério:

A catequese sobre matrimónio e família não se deva limitar hoje apenas à preparação do casal para o matrimónio; é necessária uma dinâmica de acompanhamento de carácter experiencial que, através de testemunhas, mostre a beleza de quanto nos transmitem sobre a família o Evangelho e os documentos do Magistério da Igreja. Muito antes que se apresentem para o matrimónio, os jovens precisam de ser ajudados a conhecer quanto ensina a Igreja e por que o ensina.


Problemática da lei natural hoje:

A distinção dos sexos possui um fundamento natural no âmbito da existência humana. Por conseguinte, existe uma força da tradição, da cultura e da intuição, o desejo de manter a união entre o homem e a mulher. Portanto, a lei natural é universalmente aceite «de facto» pelos fiéis, mesmo sem a necessidade de ser teoricamente justificada. 

Já que a não consideração do conceito de lei natural tende a dissolver o vínculo entre amor, sexualidade e fertilidade, entendidos como essência do matrimónio, muitos aspectos da moral sexual da Igreja hoje não são compreendidos. Radica-se sobre isto uma certa crítica à lei natural também da parte de alguns teólogos.


Sobre o acesso aos Sacramentos:

Frequentemente não se entende a relação intrínseca entre matrimónio, Eucaristia e penitência; portanto, é muito difícil compreender por que motivo a Igreja não admite à comunhão aqueles que se encontram numa condição irregular. O sofrimento causado pela não recepção dos sacramentos está claramente presente nos batizados que estão conscientes da própria situação. Muitos sentem-se frustrados e marginalizados. A misericórdia de Deus não provê a uma cobertura temporária do nosso mal, mas abre radicalmente a vida à reconciliação, conferindo-lhe renovada confiança e serenidade, mediante uma verdadeira renovação.

A abertura à vida e a prática sacramental:


Algumas respostas afirmam que hoje «o exame de consciência» dos casais cristãos está concentrado na relação entre os cônjuges (infidelidade, falta de amor), descuidando bastante os aspectos da abertura à vida, em confirmação da debilidade com que muitas vezes se entende a relação entre o dom de si ao outro na fidelidade e a geração da vida. As respostas põem em evidência também que é muito diversificada a atitude pastoral dos sacerdotes em referência a este tema: entre quantos assumem uma posição de compreensão e de acompanhamento; e quantos, ao contrário, se mostram muito intransigentes ou então laxistas. Confirma-se assim a necessidade de rever a formação dos presbíteros sobre estes aspectos da pastoral. 

domingo, 8 de junho de 2014

«Senhor, Deus de Paz, escutai a nossa súplica!»


Há menos de duas semanas, pensar em juntar os dirigentes palestiniano e israelita talvez poderia parecer impossível. Mas o Papa conseguiu-o. Desmentindo as informações "seculares" (de que o Papa seria mediador de paz, num contexto político), o Santo Padre confundiu os que não acreditam no poder da oração, dizendo exactamente o que os três homens hoje iam fazer - REZAR.

Sim, rezar. Orações distintas, obviamente, mas lado a lado, com único objectivo: pedir o dom da Paz, reconhecendo que só do Alto, só do Céu é que essa verdadeira paz nos poderá ser dada.

O Papa acredita piamente no poder da oração. Constatamos isso no passado dia 07 de Setembro de 2013, quando o Santo Padre pediu um dia mundial de jejum e oração pela paz na Síria e no Médio Oriente. Alguns elementos da JMV Sobreiro estiveram presentes na Praça de São Pedro e testemunharam o clima de oração e de recolhimento que se viveu naquelas horas todas. As notícias, dois dias depois, não deixam margem para grandes dúvidas…

O que aconteceu hoje só foi possível com a ajuda do Espírito Santo. Depois de tantas negociações diplomáticas, entre os EUA e outras nações, parecia impossível juntar estes dois homens. O Papa conseguiu. Com simplicidade, juntou-os para rezar. Não por acaso, num Domingo de Pentecostes!

E para terminar bem o Tempo Pascal, neste fim de dia do Domingo de Pentecostes, vale a pena parar um pouco e pensar nisto! Aqui ficam algumas palavras do Papa Francisco. Que nos fique na memória e no coração este dia de Pentecostes, em que, juntamente com a Igreja inteira, rezámos pela Paz:

«Ouvimos uma chamada e devemos responder: a chamada a romper a espiral do ódio e da violência, a rompê-la com uma única palavra: «irmão». Mas, para dizer esta palavra, devemos todos levantar os olhos ao Céu e reconhecer-nos filhos de um único Pai. A Ele, no Espírito de Jesus Cristo, me dirijo, pedindo a intercessão da Virgem Maria, filha da Terra Santa e Mãe nossa: Senhor Deus de Paz, escutai a nossa súplica!»
- Palavras do Papa na íntegra neste link: News.va


sexta-feira, 6 de junho de 2014

Encontro pela Paz no Médio Oriente

Desenho que expressa o desejo de paz, feito por criança israelita de 11 anos.

No próximo Domingo, 8 de Junho, entre as 18h00 e as 19h15 (hora de Portugal, mais uma em Roma), o Papa Francisco, o presidente israelita Shimon Peres e o presidente palestino Mahmoud Abbas juntar-se-ão pela paz no Médio Oriente.

O encontro, no qual participará também o Patriarca Bartolomeu, terá lugar nos Jardins do Vaticano, num prado protegido por altas sebes vivas, que se encontra entre a Casina Pio IV e o edifício dos Museus do Vaticano.

O director da Sala de Imprensa da Santa Sé afirmou quenão se tratará de um encontro inter-religioso mas sim uma pausa em relação à política, com o convite a olhar para o Alto.

O sentido desta iniciativa encontra-se também no Tweet lançado esta manhã pelo Sumo Pontífice: «A paz é um dom de Deus, mas exige o nosso compromisso. Procuremos ser pessoas de paz com as orações e as acções».

Unamo-nos em oração pela Paz!

Com informações de: Sala de Imprensa da Santa Sé


domingo, 25 de maio de 2014

Mensagem do Papa para o Dia mundial das Comunicações Sociais

Ler aqui a Mensagem na íntegra

Celebra-se no próximo Domingo, dia 1 de Junho, o 48º Dia mundial das Comunicações Sociais. A Mensagem do Papa para este dia, neste ano, tem como tema: «Comunicação ao serviço de uma autêntica cultura do encontro».

Num mundo que parece tornar-se cada vez menor, graças aos progressos dos transportes e das tecnologias de comunicação, ainda permanecem divisões escandalosas entre os homens. É o que diz o Papa na mensagem para o 48º Dia mundial das Comunicações Sociais.

Estamos conectados, escreveu o Santo Padre, «sempre mais e a globalização torna-nos interdependentes. Contudo, é suficiente sair pelas ruas das nossas cidades para ver a distância entre o luxo dos mais ricos e a miséria dos mais pobres».

Aqui entra em jogo o papel dos meios de comunicação que, segundo o Papa Francisco, realmente «podem ajudar a fazer com que nos sintamos mais próximos uns dos outros, a promover uma autêntica cultura do encontro».

Sobre as novas tecnologias, recorda o Pontífice: «Abrir as portas das igrejas significa também abri-las no ambiente digital, seja para que as pessoas entrem, independentemente da condição de vida em que se encontrem, seja para que o Evangelho possa cruzar o limiar do templo e sair ao encontro de todos. Somos chamados a testemunhar uma Igreja que seja casa de todos».


domingo, 27 de abril de 2014

Santos de Deus


«Todos os homens, tanto considerados individualmente como reunidos em sociedade, têm o dever de tender sem descanso, durante toda a vida, para a consecução dos bens celestiais, e de usarem só para este fim os bens terrenos sem que o seu uso prejudique a eterna felicidade!».
São João XXIII, Papa

«A vocação do cristão é a santidade, em todos os momentos da vida. Na Primavera da juventude, na plenitude do Verão da idade madura, e depois também no Outono e no Inverno da velhice, e por último, na hora da morte».
São João Paulo II, Papa

sábado, 26 de abril de 2014

O dia dos quatro Papas


O Papa Bento XVI não só irá estar presente amanhã na cerimónia de Canonização de João XXIII e de João Paulo II, como concelebrará com o Papa Francisco! Porém, não estará no altar, mas sim ao lado com os Cardeais que estarão no 'Presbitério' já montado na Praça de São Pedro!

Amanhã será um dia histórico para a Igreja Católica e para o mundo inteiro! As celebrações terão início pelas 08h30, hora de Lisboa. Nesta noite, realizar-se-ão várias vigílias, em Roma, na Polónia, por toda a Itália e por todo o mundo, invocando os novos Santos da Igreja Católica.

Entretanto, já foi colocada a nova lápide no túmulo de João Paulo II, com a inscrição "Santo", substituindo a de "Beato"!

REZEMOS PELA IGREJA!



quarta-feira, 23 de abril de 2014

O Papa João Paulo II e o Domingo da Divina Misericórdia

«O Santo Padre João Paulo II quis que fosse celebrada neste [próximo] Domingo a Festa da Divina Misericórdia: na palavra ‘misericórdia’, ele encontrava resumido e novamente interpretado para o nosso tempo todo o mistério da Ressurreição.

Ele viveu sob dois regimes ditatoriais e, no contacto com a pobreza, a necessidade e a violência, experimentou profundamente o poder das trevas, pelas quais o mundo também neste nosso tempo está afligido. Mas experimentou também, e não menos fortemente, a presença de Deus que se opõe a todas estas forças com o seu poder totalmente diverso e divino: com o poder da misericórdia

É a misericórdia que põe um limite ao mal. Nela expressa-se a natureza muito peculiar de Deus a sua santidade, o poder da Verdade e do Amor.


[Em 2005], depois das primeiras Vésperas desta Festa, João Paulo II terminava a sua existência terrena. Ao morrer ele entrou na luz da Divina Misercórdia da qual, além da morte e a partir de Deus, agora nos fala de modo novo. «Tende confiança - diz-nos ele - na Divina Misericórdia!»

A Misericórdia é a veste de luz que o Senhor nos concedeu no Baptismo. Não devemos deixar que esta luz se apague; ao contrário, ela deve crescer em nós todos os dias, para levar ao mundo o feliz anúncio de Deus».
15 de Abril de 2007

PROPOSTA DE CÂNTICOS PARA A MISSA
- com partituras:

Entrada: Entrai na alegria e na glória - F. Valente - BML 66
Comunhão: Porque Me vês, acreditas - Az. Oliveira
Pós-Comunhão: Surrexit Christus, Aleluia! - Taizé
Final: Abri as portas a Cristo! - Hino ao futuro Santo, o Papa João Paulo II [Áudio]

BML - Boletim de Música Litúrgica

domingo, 6 de abril de 2014

Papa oferece milhares de “Evangelhos de bolso”


O Papa Francisco ofereceu milhares de exemplares de um “Evangelho de bolso” aos fiéis que participaram na oração do Angelus, na Praça de São Pedro.

Em comunicado publicado no site do Vaticano, a Santa Sé explica que com este presente, o Papa visa encorajar os fiéis a terem sempre com eles uma cópia dos Evangelhos que possam consultar durante as celebrações, sobretudo para poderem meditar nas leituras do dia que o Papa sublinha nas suas catequeses.

A edição especial é feita pela Santa Sé e não está à venda. Contém os quatro Evangelhos e os Actos dos Apóstolos, abre com uma citação da mais recente exortação apostólica “A Alegria do Evangelho” e contém ainda uma oração de autoria do cardeal Newman. O comunicado da Santa Sé não esclarece se haverá edições em diferentes línguas ou se o “Evangelho de Bolso” será apenas em italiano.

Em Novembro de 2013, numa iniciativa parecida, a Santa Sé distribuiu a todos os presentes uma caixa de remédios chamada “Misericordina”, que continha um terço e uma pagela.


A distribuição dos Evangelhos será feita com o auxílio de voluntários, incluindo cerca de 150 escuteiros, seminaristas e freiras.
Fonte da imagem: Blogue Senza Pagare

Analytics