"Raios de Luz"


domingo, 4 de maio de 2014

Consagração a Nossa Senhora


Ó Senhora minha, ó minha Mãe,
eu me ofereço todo a Vós,
e em prova da minha devoção para convosco,
Vos consagro neste dia e para sempre,
os meus olhos, os meus ouvidos,
a minha boca, o meu coração e inteiramente todo o meu ser.

E porque assim sou Vosso,
ó incomparável Mãe,
guardai-me e defendei-me como propriedade Vossa.
Lembrai-vos que Vos pertenço, terna Mãe, Senhora nossa.

Ah! guardai-me e defendei-me como coisa própria Vossa.

sexta-feira, 2 de maio de 2014

Maria, minha Senhora e minha Mãe

No Seu maravilhoso plano, Deus Pai quis ter uma multidão de filhos, entre os quais quis que Jesus fosse o Primogénito. Quando o Senhor projectou esse plano precisava que Jesus e os Seus demais filhos tivessem uma Mãe.

Para que Jesus fosse o Primogénito de todas as criaturas era preciso que a Mãe d'Ele fosse também a Mãe de todos os outros irmãos.

No pensamento de Deus, a primeira criatura projectada foi aquela que Ele escolheu para ser a Mãe do seu Filho feito homem e de todos os outros filhos. A primeira de todas as novas criaturas é Maria. Foi no alto do Calvário que Cristo assinou, não com a tinta, mas com o Seu Sangue, aquele testamento no qual declara que Maria é nossa Mãe. São João testemunha esse facto no seu Evangelho:


«Vendo Sua mãe e o discípulo que Ele amava, Jesus disse a Sua mãe: 'Mulher, eis o teu filho'. A seguir, disse ao discípulo: 'Eis a tua mãe'» (Jo 19, 26-27).

Desde toda a eternidade, desde que Deus é Deus, desde que o Pai concebeu esse plano maravilhoso, em que o Seu Filho viria a este mundo… Desde esse momento, Maria já era a escolhida d'Ele para ser a nossa Mãe.

Notemos bem: Para ser a minha Mãe desde toda a eternidade, Maria já tinha sido escolhida pelo Pai. Mãe de Jesus, minha Mãe e Mãe de todos os meus irmãos, para que Ele fosse o Primogénito de todas as criaturas.

Eu Vos dou graças, ó Pai, porque desde toda a eternidade, antes que eu existisse, Maria já era minha Mãe e eu já era Seu filho.


III Domingo da Páscoa

O Evangelho deste III Domingo do Tempo Pascal remete-nos novamente para a tarde do Domingo de Páscoa, no qual Jesus tinha ressuscitado de entre os mortos.

Sob as aparências de um peregrino, Jesus junta-se aos dois discípulos que se dirigem para Emaús e falam, entre si, dos acontecimentos surpreendentes da Sexta-feira anterior, em Jerusalém. Os discípulos estão tristes, desanimados... esperavam um Messias glorioso e vencedor e encontram-se diante de um derrotado, que tinha morrido na Cruz.

Jesus caminha junto daqueles dois homens que perderam quase toda a esperança, de modo que a vida começa a parecer-lhes sem sentido. Compreende a sua dor e penetra nos seus corações. Também connosco o Senhor age assim! Apesar de muitas vezes perdermos a esperança e nos sentirmos desanimados, Jesus compreende a nossa dor e dá-nos alento para caminhar.

A conversa dos dois discípulos com Jesus a caminho de Emaús, resume perfeitamente a desilusão dos que tinham seguido o Senhor, diante do aparente fracasso que representava para eles a Sua morte. Jesus, em resposta ao desalento dos discípulos, vai pacientemente descobrindo-lhes o sentido de toda a Sagrada Escritura acerca do Messias: “Não era preciso que o Cristo padecesse estas coisas e assim entrasse na Sua glória?”

A cruz não é um fracasso, mas o caminho escolhido por Deus para o triunfo definitivo de Cristo sobre o pecado e sobre a morte!

Depois da escuta da Palavra e o partir o Pão, os discípulos de Emaús sentem necessidade de voltar a Jerusalém, partindo para anunciar a descoberta aos irmãos e , junto com eles, proclamar que  “ O Senhor ressuscitou.”


Procuremos também nós saber fazer esta caminhada, sabendo que apesar das tristezas e desânimos, o Senhor está connosco e nos acompanha. Depois de nos encontrarmos com Ele, não fiquemos calados, mas sigamos o exemplo dos discípulos de Emaús e caminhemos a anunciar que o Senhor ressuscitou verdadeiramente!


PROPOSTA DE CÂNTICOS PARA A MISSA:
(com partituras)

Entrada: Aclamai o Senhor - J. Santos
Comunhão: Os discípulos reconheceram - C. Silva
Pós-Comunhão: Surrexit Christus - Taizé
Final: Com minha Mãe estarei - Popular


quinta-feira, 1 de maio de 2014

«Rezem o Terço todos os dias!»


Que este mês que hoje começa sirva para fomentar a devoção a esta prática tão querida pelo Céu. Disse Nossa Senhora: «Se fizerem o que eu vos disser, salvarão-se-ão muitas almas e terão a paz.».

Como é habitual todos os anos, e atendendo ao pedido de Nossa Senhora, a partir de hoje e durante todo o mês de Maio, será rezado o Terço do Rosário na capela da Igreja do Sobreiro pelas 19h00.

Sois toda bela, ó Maria!


«Sois toda bela, ó Maria, e mancha não existe em Vós.
Como é bela, como é suave, nas delícias,
a Vossa Imaculada Conceição!
Vinde, vinde do Líbano;
vinde, vinde, Vós sereis coroada!

Avançais como a aurora resplandecente,
Vós trazeis as alegrias da salvação.
Por meio de Vós, levantou-se o Cristo Deus,
Sol da Justiça, ó brilhante Porta da Luz!
Como o lírio entre os espinhos,
Assim, entre as jovens, Vós sois a Virgem abençoada.
As Vossas vestes brilham e são brancas como a neve,
O Vosso rosto é como o sol.

Jardim fechado, Fonte selada, Mãe de Deus
e Paraíso da Graça!
A chuva cessou e desapareceu,
o Inverno foi-se e as flores surgiram.
E Sobre a Terra uma voz se fez ouvir,
tão doce voz, voz das pombas.
Voai até nós, ó pomba infinitamente bela!
Levantai-vos, apressai-vos e vinde!»

(Oração do Século  XIV)

quarta-feira, 30 de abril de 2014

O Mês dedicado a Nossa Senhora

Inicia-se amanhã o mês de Maio, tradicionalmente chamado de Mês de Maria e por todo o mundo, em muitas igrejas e em muitos lares, se reaviva a oração diária do Terço, algo tão esquecido nos dias de hoje.

No mês em que a Igreja dedica especial atenção à Mãe de Deus, meditemos na forma como surge em nós o desejo de conviver com a Virgem Santa Maria, Mãe de Jesus e nossa Mãe. Para compreendermos o papel que Maria desempenha na vida cristã, para nos sentirmos atraídos por Ela, para desejar a sua amável companhia com filial afecto, não são precisas grandes especulações, embora o mistério da Maternidade divina tenha uma riqueza de conteúdo sobre a qual nunca reflectiremos bastante.


Diz-nos São Josemaria Escrivá que «a fé católica soube reconhecer em Maria um sinal privilegiado do amor de Deus. Deus chama-nos, já agora, seus amigos; a sua graça actua em nós, regenera-nos do pecado, dá-nos forças para que, entre as fraquezas próprias de quem é pó e miséria, possamos reflectir de algum modo o rosto de Cristo».

«A relação de cada um de nós com a nossa própria mãe pode servir-nos de modelo e de pauta para a nossa intimidade com a Senhora do Doce Nome, Maria. Temos de amar a Deus com o mesmo coração com que amamos os nossos pais, os nossos irmãos, os outros membros da nossa família, os nossos amigos ou amigas. Não temos outro coração. E com esse mesmo coração havemos de querer a Maria.»

Maio é portanto o mês em que também nós devemos dedicar mais tempo a meditar sobre a vida de Nossa Senhora e reacender (caso tenha esmorecido) o hábito da oração diária do Terço.

Exactamente há 49 anos, o Papa Paulo VI escrevia a encíclica Mense Maio na qual nos dizia: «Muito nos-agrada e consola este piedoso exercício, tão honroso para a Virgem e tão rico de frutos espirituais para o povo cristão. Maria é sempre caminho que leva a Cristo. Nenhum encontro com ela pode deixar de ser encontro com o próprio Cristo. E que outra coisa significa o recurso contínuo, a Maria, senão procurar, entre os seus braços, nela, por ela e com ela, Cristo nosso Salvador, a quem os homens, no meio dos desvarios e dos perigos da terra, têm o dever e sentem constante necessidade de dirigir-se, como a porto de salvação e fonte transcendente de vida?»

Por vezes, de forma errada, há quem afirme que se dedica demasiado tempo à piedade popular da oração do Terço e à devoção a Nossa Senhora. Não só o Papa Paulo VI como muitos outros Sumo Pontífices e  Santos referiram que nunca é demais a devoção que temos a nossa Senhora.

Maria é Mãe! É Mãe de Deus e nossa Mãe. Quem melhor que esta Santa Mãe para nos conduzir até Jesus Cristo? Procuremos neste mês aproximar-nos de Jesus, de uma forma simples e fácil, através de Nossa Senhora e da oração do Terço.

Sozinho, em comunidade, pela rádio ou através das novas tecnologias disponíveis, não demos por perdidos cerca de 30 minutos nos quais podemos fazer companhia a Nossa Senhora e meditar nos Mistérios do Rosário. Num dia com 24 horas, mesmo rezando o Terço, ainda nos sobram 23 horas e 30 minutos. Pensemos bem nisso!



Áudio e Vídeo - Terço rezado pela JMV Sobreiro:

domingo, 27 de abril de 2014

Santos de Deus


«Todos os homens, tanto considerados individualmente como reunidos em sociedade, têm o dever de tender sem descanso, durante toda a vida, para a consecução dos bens celestiais, e de usarem só para este fim os bens terrenos sem que o seu uso prejudique a eterna felicidade!».
São João XXIII, Papa

«A vocação do cristão é a santidade, em todos os momentos da vida. Na Primavera da juventude, na plenitude do Verão da idade madura, e depois também no Outono e no Inverno da velhice, e por último, na hora da morte».
São João Paulo II, Papa

sábado, 26 de abril de 2014

O dia dos quatro Papas


O Papa Bento XVI não só irá estar presente amanhã na cerimónia de Canonização de João XXIII e de João Paulo II, como concelebrará com o Papa Francisco! Porém, não estará no altar, mas sim ao lado com os Cardeais que estarão no 'Presbitério' já montado na Praça de São Pedro!

Amanhã será um dia histórico para a Igreja Católica e para o mundo inteiro! As celebrações terão início pelas 08h30, hora de Lisboa. Nesta noite, realizar-se-ão várias vigílias, em Roma, na Polónia, por toda a Itália e por todo o mundo, invocando os novos Santos da Igreja Católica.

Entretanto, já foi colocada a nova lápide no túmulo de João Paulo II, com a inscrição "Santo", substituindo a de "Beato"!

REZEMOS PELA IGREJA!



quinta-feira, 24 de abril de 2014

Oração a São João Paulo II


Ó São João Paulo II, da janela do Céu, dá-nos a tua bênção!

Abençoa a Igreja, que amaste, serviste e guiaste,
 incentivando-a a caminhar com coragem pelos caminhos do mundo, 
para levar Jesus a todos, e todos a Jesus.

Abençoa todos os jovens que foram a tua grande paixão. 
Faz com que possam sonhar e olhar para o Alto, 
para encontrar a luz que ilumina os caminhos da vida na Terra.

Abençoa todas as famílias, abençoa cada família!
Tu percebeste o ataque de Satanás contra esta preciosa
e indispensável centelha do Céu, que Deus acendeu na terra: 
Com a tua intercessão protege todas as famílias
e toda a vida que nasce em cada família!

Intercede pelo mundo inteiro, marcado por tensões, guerras e injustiças. 
Tu, que te opuseste à guerra, invocando o diálogo e semando o amor:
Intercede por nós, para que possamos ser semeadores incansáveis ​​da paz.

São João Paulo II, da janela do Céu, onde te vemos junto à Virgem Maria,
 faz descer sobre todosnós todas as bênçãos de Deus.

Ámen .

(Cardeal  Angelo Comastri)

quarta-feira, 23 de abril de 2014

O Papa João Paulo II e o Domingo da Divina Misericórdia

«O Santo Padre João Paulo II quis que fosse celebrada neste [próximo] Domingo a Festa da Divina Misericórdia: na palavra ‘misericórdia’, ele encontrava resumido e novamente interpretado para o nosso tempo todo o mistério da Ressurreição.

Ele viveu sob dois regimes ditatoriais e, no contacto com a pobreza, a necessidade e a violência, experimentou profundamente o poder das trevas, pelas quais o mundo também neste nosso tempo está afligido. Mas experimentou também, e não menos fortemente, a presença de Deus que se opõe a todas estas forças com o seu poder totalmente diverso e divino: com o poder da misericórdia

É a misericórdia que põe um limite ao mal. Nela expressa-se a natureza muito peculiar de Deus a sua santidade, o poder da Verdade e do Amor.


[Em 2005], depois das primeiras Vésperas desta Festa, João Paulo II terminava a sua existência terrena. Ao morrer ele entrou na luz da Divina Misercórdia da qual, além da morte e a partir de Deus, agora nos fala de modo novo. «Tende confiança - diz-nos ele - na Divina Misericórdia!»

A Misericórdia é a veste de luz que o Senhor nos concedeu no Baptismo. Não devemos deixar que esta luz se apague; ao contrário, ela deve crescer em nós todos os dias, para levar ao mundo o feliz anúncio de Deus».
15 de Abril de 2007

PROPOSTA DE CÂNTICOS PARA A MISSA
- com partituras:

Entrada: Entrai na alegria e na glória - F. Valente - BML 66
Comunhão: Porque Me vês, acreditas - Az. Oliveira
Pós-Comunhão: Surrexit Christus, Aleluia! - Taizé
Final: Abri as portas a Cristo! - Hino ao futuro Santo, o Papa João Paulo II [Áudio]

BML - Boletim de Música Litúrgica

«A Páscoa, a Ciência e o Sudário»


«No domingo de Páscoa, os cristãos festejam a ressurreição de Cristo que, segundo os Evangelhos, ocorreu ao terceiro dia depois da sua crucifixão e morte. Este mistério da fé, que é o fundamento do Cristianismo, é também um facto histórico que a ciência não desconhece.

Muito embora ninguém tenha assistido à ressurreição, mais de quinhentas pessoas viram Jesus de Nazaré depois de ter ressuscitado, que lhes apareceu em várias circunstâncias, momentos e lugares. O testemunho, unânime, de uma tão grande quantidade de pessoas dá ao acontecimento a consistência de um facto cientificamente comprovado. Muitas outras realidades históricas não têm, a seu favor, tantas testemunhas contemporâneas.

Mas há também uma prova documental de irrefutável valor científico: o sudário de Turim, que constitui, em terminologia forense, o “corpo do delito” verificado em Jerusalém, aproximadamente nos anos trinta da nossa era. Os peritos em medicina legal são unânimes no seu veredicto: esse pano é, com efeito, uma mortalha que envolveu o cadáver de um homem novo, que foi crucificado depois de ter sido flagelado, coroado com espinhos e ferido, já morto, por uma lança que o perfurou entre a quinta e a sexta costela. 

Os exames merceológico e palinológico confirmam que o tecido, típico da Palestina do século I, tem aproximadamente dois mil anos e esteve em contacto com um corpo morto, entre 36 e 40 horas, precisamente o tempo decorrido, segundo a Bíblia, entre a morte de Jesus (pelas 15h de sexta-feira) e a sua ressurreição (madrugada de domingo).

É verdade que uma tentativa de datação do sudário pelo método do carbono 14 levou a crer que o mesmo seria posterior a 1260 e anterior a 1390, mas a comunidade científica acolheu com fundado cepticismo o resultado de uma investigação que, entre várias irregularidades, não de todo inocentes, não teve em conta que o tecido foi fervido em azeite em 1503, sofreu um incêndio em 1532 e, ainda, que foi muitas vezes exposto ao ar livre. 

Estas circunstâncias interferiram no resultado desse exame e, por isso, exigiam que se tivesse feito a necessária subtracção dos isótopos recentes, o que não aconteceu.

Mas, se fosse certo que o sudário era de meados dos séculos XII ou XIII, como explicar que, nessa altura, se usasse uma mortalha tecida mais de mil anos antes?! Que razão se poderia apontar para o facto do corpo nele amortalhado ter sido previamente flagelado, “ao modo romano”, e crucificado, se tais procedimentos há mais de mil anos que já não se usavam?!

É chamativo que, no sudário, não conste o mínimo sinal de corrupção, ao contrário do que acontece em qualquer outra mortalha em contacto com um cadáver, bem como o facto de não se conhecer nenhuma técnica, antiga ou actual, que permita aquele tipo de impressão. É também certo que o corpo morto não poderia ter sido retirado por mãos humanas, em cujo caso a respectiva imagem não poderia ter a nitidez e precisão que apresenta.


Ninguém, até à data, conseguiu obter uma imagem semelhante à do sudário e, por isso, os principais cientistas que estudaram este achado arqueológico inclinam-se para a hipótese de que a mesma tenha sido impressa por “irradiação de calor”. A fé diz o mesmo, mas usando um outro nome: ressurreição.

Santo Agostinho dizia que acreditava, para melhor compreender, e que compreendia, para crer melhor. A fé pascal transcende a razão, de modo análogo a como a recta razão se abre ao mistério da fé, que a completa e realiza na plenitude da verdade.
.
Padre Gonçalo Portocarrero de Almada


segunda-feira, 21 de abril de 2014

A alegria de levar Jesus Ressuscitado aos idosos!

Ontem, dia de Páscoa, alguns elementos do Grupo de Jovens do Sobreiro dirigiram-se, de manhã, ao Lar e Centro de Dia do Sobreiro, com o propósito de rezar e cantar um pouco com os utentes, de forma a proporcionar a estes idosos um momento de oração neste dia tão importante da Ressureição do Senhor.

Iniciámos o momento com uma pequena oração e com um Pai-Nosso pelos defuntos do ano que passou e levámos a Cruz a beijar a todos os idosos presentes, seguida pelo Círio Pascal, representando a Luz de Cristo, acompanhando sempre com o cântico “Ressuscitou o Senhor Jesus”, próprio para este Tempo Pascal.

E como já é costume neste tempo de festa, não podemos deixar de distribuir algumas amêndoas por todos os presentes, incluindo as funcionárias que trabalhavam e acompanhavam os idosos neste dia.


Assim, levamos um pouco deste tempo Pascal àqueles que não se podem deslocar à Basílica de Mafra ou mesmo à Igreja do Sobreiro, neste dia de grande importância para todos os Católicos.

sábado, 19 de abril de 2014

Vencida foi a morte! Aleluia!


A nossa Páscoa imolada, Aleluia,
É Jesus Cristo, o Senhor. Aleluia.

Oh nova Páscoa! Oh festa do triunfo
De Cristo glorioso
Que nos veio salvar!

Oh nova Páscoa! Alegria do mundo!
A vida nos abriu
Suas portas de glória!

Oh nova Páscoa! A ceia do festim
Encheu-se de convivas
Celebrando o Senhor!

Oh nova Páscoa! Os baptizados vêm
Com túnicas de festa
Às bodas do Cordeiro!

Oh nova Páscoa! O vencedor da morte,
Jesus Ressuscitado,
Nos dá a vida eterna!

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Em paz me deito e descanso tranquilo


«Cristo Jesus, que era de condição divina, não Se valeu da sua igualdade com Deus, 
mas aniquilou-Se a Si próprio»

Filip 2, 6-11 

Adoramos, Senhor, a Vossa Cruz!

Ouvir o Hino

O estandarte da Cruz proclama ao mundo
A morte de Jesus e a sua glória,
Porque o autor de todo o universo
Contemplamos suspenso do madeiro.

Com um golpe de lança trespassado,
Ficou aberto o Coração de Cristo,
Manando sangue e água como rio,
Para lavar os crimes deste mundo.

Ó árvore fecunda e refulgente,
Ornada com a túnica real,
Sois tálamo, sois trono e sois altar,
Para o corpo chagado e glorioso.

Ó Cruz bendita, só tu nos abriste
Os braços de Jesus, o Redentor,
Balança do resgate que arrancaste
Nossas almas das mãos do inimigo.

Cruz do Senhor, és única esperança,
No tempo da tristeza e da Paixão.
Aumenta nos cristãos a luz da fé,
Sê para os homens o sinal da paz.

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