"Raios de Luz"


sexta-feira, 20 de setembro de 2013

«Nenhum servo pode servir a dois senhores»

No Evangelho do próximo Domingo, Jesus diz-nos que «nenhum servo pode servir a dois senhores, porque, ou não gosta de um deles e estima o outro, ou se dedica a um e despreza o outro. Não podeis servir a Deus e ao dinheiro».

Como cristãos, devemos servir somente a Deus, que nos garante a felicidade eterna junto d’Ele no Céu, se cumprirmos os Seus Mandamentos. E o primeiro Mandamento é, não por acaso, ‘Adorar a Deus e amá-Lo sobre todas as coisas’.

Na verdade, não podemos cultuar outros deuses, muito menos deuses materiais, como por vezes se vê o culto do dinheiro, do corpo, da fama ou do luxo. Quando damos mais importância a estas realidades materiais, pecamos gravemente por idolatria. Durante as Jornadas Mundiais da Juventude, na sua homilia na Basílica de Aparecida, o Papa Francisco alerta para este perigo: «Hoje, mais ou menos todas as pessoas, e também os nossos jovens, experimentam o fascínio de tantos ídolos que se colocam no lugar de Deus e parecem dar esperança: o dinheiro, o poder, o sucesso, o prazer. Frequentemente, uma sensação de solidão e de vazio entra no coração de muitos e conduz à busca de compensações, destes ídolos passageiros. Queridos irmãos e irmãs, sejamos luzeiros de esperança!»

Obviamente que o primeiro e fundamental Mandamento não nos impede de lidarmos com o dinheiro e com os bens materiais. A atitude cristã face aos bens materiais e ao dinheiro é tê-los como instrumentos que estão ao nosso serviço para nos ajudarmos uns aos outros e não como um fim em si mesmos.

E a nós, o que nos move realmente? Nas nossas vidas, nas relações pessoais, ou nos ambientes profissionais, o que nos motiva a fazer cada vez mais e melhor? O amor a Deus e aos outros, o zelo pelas coisas bem feitas ou, pelo contrário, tentar um aumento de ordenado, promoções e sermos reconhecidos e elogiados?

Peçamos a Nossa Senhora, que sempre viveu desprendida das coisas deste mundo, que nos ajude a ter uma morada no Céu como a nossa maior ambição. Então, viveremos como filhos de Deus e como verdadeiros “luzeiros de esperança” para este mundo!


PROPOSTA DE CÂNTICOS PARA A MISSA

Entrada: Eu sou a salvação do Meu povo OC, pág. 106 [partitura]
Ofertório: Bendito sejas - NCT 251
Comunhão: O Cordeiro de Deus é o nosso Pastor - CEC II, pág. 121-122 [partitura]
Pós-Comunhão: Cantarei ao Senhor - J. Fernandes da Silva [partitura]
Final: Avé, Maria [partitura]

OC - Orar Cantando
NCT - Novo Cantemos Todos
CEC - Cânticos de Entrada e Comunhão, vol. II

domingo, 15 de setembro de 2013

Festa litúrgica de Nossa Senhora das Dores

A Igreja comemora a 15 de Setembro a Festa de Nossa Senhora das Dores, celebração que está intimamente relacionada com a do dia anterior, a Festa da Exaltação da Santa Cruz, pois junto da Cruz, Maria vive e sente os sofrimentos do Seu filho. As dores da Virgem, unidas aos sofrimentos de Cristo foram redentoras, indicando-nos o caminho da nossa dor.

Foi o Papa São Pio X que fixou a data definitiva de 15 de Setembro, conservada no novo calendário litúrgico e que mudou o título da festa que outrora era chamada de Sete Dores de Maria para a Festa Litúrgica de Nossa Senhora das Dores.

Com este título nós honramos a dor de Maria na redenção. É junto à Cruz que a Mãe de Jesus se torna a Mãe da Igreja, Corpo Místico nascido da Cruz.

A devoção, que precede a celebração litúrgica, fixou as sete dores de Nossa Senhora em episódios narrados pelo Evangelho: a profecia de Simeão; a fuga para o Egipto; a perda de Jesus aos doze anos durante a peregrinação à Cidade Santa;  o caminho de Jesus para o Calvário; a Crucifixão de Jesus;  a Descida da Cruz e por fim, a Sepultura do Redentor.

São Boaventura, contemplando a Divina Mãe junto à Cruz, volta-se para Ela e diz-Lhe: «Minha boa Mãe, porque quisestes Vós também sacrificar-Vos no Calvário? Não bastava, para nossa redenção, Jesus crucificado, que quisestes também ser crucificada?»
Certamente que a morte redentora de Jesus chegou para a nossa redenção, mas pelo amor que nos tem, a nossa boa Mãe quis também concorrer para a nossa salvação, pelos merecimentos das suas dores, que ofereceu por nós no Calvário.

Voltemos o nosso olhar para o grandioso amor da Virgem Maria, como o qual ela Se uniu ao sacrifício da vida do Seu Filho. A nossa boa Mãe merece a nossa gratidão e merece que meditemos profundamente nas Suas Dores. Uma espada trespassou friamente a Sua alma no momento em que o Seu amado Filho entregava a vida por nós na Cruz.


Mãe Dolorosa, Vós que tanto chorastes o Vosso Filho, morto pela minha salvação, alcançai-me uma verdadeira dor dos meus pecados, uma verdadeira emenda de vida, com a perpétua compaixão da Morte Salvadora de Jesus e das Vossas Dores.

sábado, 14 de setembro de 2013

JMV Sobreiro acompanhou os idosos do Lar a Fátima

No passado dia 13 de Setembro, alguns elementos do JMV Sobreiro rumaram até Fátima com os utentes do Lar e Centro de Dia do Sobreiro, algumas funcionárias, familiares dos idosos e outras pessoas da paróquia de Mafra que se ofereceram para ajudar a levar os idosos até ao "Altar do Mundo". 

Durante a viagem de autocarro, foi rezado o terço, tendo sido pedida a intercessão da Nossa Senhora da Boa Viagem, para que esta pequena peregrinação a Fátima corresse da melhor forma possível. O Padre Luís Barros acompanhou também os idosos e este momento de oração. Entre cada um dos mistérios do Terço, cantou-se o conhecido cântico “Avé de Fátima”, sempre com muito entusiasmo.

Já em Fátima, após adquirirmos as identificações e as cadeiras de rodas necessárias para os utentes do Lar, dirigimo-nos para o lado direito do altar do Recinto de Oração do Santuário de Fátima - a colunata destinada aos doentes - para daí ser mais fácil avistarem a procissão de entrada e participar na celebração da Eucaristia.

Na homilia, proferida por D. Gilberto Canavarro dos Reis - Bispo de Setúbal, foram referidas as primeiras palavras de Nossa Senhora aos pequenos Pastorinhos: “Não tenhais medo” e como cada um de nós, com a ajuda da nossa Mãe do Céu, não deve ter medo perante os vários desafios que nos vão surgindo no dia-a-dia – mensagem dirigida a todos os presentes, mas particularmente aos doentes que ali se encontravam.

Como já é habitual durante os meses da Peregrinação Internacional Aniversária, na Eucaristia do dia 13 os doentes presentes recebem a bênção com o Santíssimo Sacramento, seguindo-se a Consagração a Nossa Senhora e o Adeus, com a procissão final.

Depois da celebração da Eucaristia, almoçamos todos juntos, momento em que tivemos a possibilidade de conviver um pouco mais com os idosos e restantes acompanhantes. Antes de regressarmos à nossa terra ainda tivemos a possibilidade de rezar a Nossa Senhora de Fátima na Capelinha das Aparições e onde cada um (e quem assim o desejou) pode acender uma vela.

Ainda à saída de Fátima, já todos no autocarro, recordámos uma antiga utente do Lar, que faleceu este ano, a D. Gracinda, cantando “Ó Virgem do Rosário”, o cântico preferido por esta senhora sempre que acabava de visitar Fátima e de rezar a Nossa Senhora na Capelinha das Aparições.

A JMV Sobreiro passou assim mais um dia com os nossos idosos. Não transportámos apenas as cadeiras de rodas, mas criámos uma oportunidade para os utentes rezarem a Nossa Senhora no Santuário de Fátima, onde puderam pedir a Sua intercessão para saberem suportar os obstáculos na vida, nomeadamente a doença e a velhice.



sexta-feira, 13 de setembro de 2013

«O Terço dará paz à vossa alma!»

A Igreja Católica conhece o Terço há cerca de apenas 800 anos. 

Os quinze mistérios do Santíssimo Rosário foram dados por Nossa Senhora a São Domingos. Desde então, a Igreja Católica tem encorajado os fiéis a rezar o Terço.

O Padre Pio uma vez disse: «Algumas pessoas são tão tontas ao ponto de pensar que podem avançar pela vida sem a ajuda da Santíssima Mãe

Amem Nossa Senhora e rezem o Terço, porque o Terço é a arma contra todos os males do mundo de hoje. Todas as graças dadas por Deus passam através da Santíssima Mãe».

E, apenas duas semanas depois da sua eleição à Sé de Pedro, o Papa João Paulo II admitiu com franqueza: «O Terço é a minha oração preferida. Uma oração maravilhosa! Maravilhosa na sua simplicidade e na sua profundidade».

Agora pensem nisto: São Francisco de Assis não tinha o Terço. Nem São Bernardo de Claraval, nem Santo Anselmo, nem São Beda, nem São Gregório, nem São Bento, nem Santo Agostinho, nem Ireneu e nem sequer os Santos Apóstolos. O Santo Rosário é relativamente recente. E, ainda assim, estou convencido que é absolutamente essencial para o nosso tempo. A "novidade" do Terço revela que os últimos 800 anos da História da Igreja precisam de uma nova arma.

A Santíssima Virgem Maria deu-nos uma arma com base na Escritura. Ela pediu a São Domingos e ao Beato Alan que se rezassem 150 Ave Marias em honra dos 150 salmos. Além disso, deu-nos 15 mistérios bíblicos da vida de Cristo para nós meditarmos. Todo o conjunto é uma homenagem de Nossa Senhora à Sagrada Escritura. As 150 Ave Marias foram divididas em 15 "dezenas" de dez Ave Marias. Deste modo, podemos viver os mistérios bíblicos da vida do seu Filho.

Mas porquê? Porque é que o Céu veio com este plano com contas e mistérios?

De certo modo, os anos 1200's foram o ponto alto da civilização Cristã. Foi a era de São Tomás de Aquino e do Rei São Luís de França. Desde então, tem sido uma viagem atribulada. O Terço tem sido a corrente ou o cinto de segurança que precisamos nestes tempos de turbulência.

Precisamos de Jesus, que é o Caminho, a Verdade e a Vida. O Terço é um sinal tangível de que estamos ligados a Ele. Quando toco no meu Terço, sei que Maria me está a ligar ao seu Filho. Jesus tornou-se homem através de Maria e essa ligação humana é encontrada ali, com Ela.

Encorajamo-vos verdadeiramente a rezar o Terço todos os dias para o resto das vossas vidas. Tornem isso parte da vossa rotina diária. Devia ser mais importante que lavar os dentes ou ver o email. Rezar o Terço tira apenas 2% do vosso dia. Sejam 2-porcentos! Rezem o Terço diariamente. Dará paz à vossa alma. Aprenderão mais sobre vocẽs mesmos e sobre Deus. Perder-se-ão no ritmo da oração e descobrir-se-ão a vós mesmos com Jesus.

É mesmo bonito!
(Taylor Marshall)

Fonte: Senza

terça-feira, 10 de setembro de 2013

JMV Sobreiro em pregrinação ao Vaticano

No passado fim-de-semana, de 6 a 9 de Setembro, a JMV Sobreiro peregrinou até Roma, sendo esta uma iniciativa pensada pelo Grupo no contexto do Ano da Fé que estamos a viver.

A viagem iniciou-se bem cedo, de forma a aproveitar ainda todo o primeiro dia na Cidade Eterna. Chegados a Roma, e depois de se preparar o almoço, percorremos a curta distância de casa até à Praça de São Pedro entoando cânticos Eucarísticos e Marianos. Visitámos a Basílica de São Pedro, tendo rezado pelas nossas intenções, pelas que nos foram recomendadas e pela Igreja junto do túmulo do Beato João Paulo II e do Papa São Pio X. Ao fim da tarde, assistimos à Santa Missa no Altar da Cátedra que foi rezada em latim e italiano e que, apesar de simples, foi acompanhada de um coro masculino que cantou cânticos gregorianos belíssimos.
À saída, na Praça de São Pedro, avistamos o Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé – Dom Gerard Müller - e não perdemos tempo em abordá-lo no sentido de o cumprimentar e tentar que, através dele, pudéssemos realizar um desejo do Grupo: visitar ou rezar um pouco no Mosteiro Mater Ecclesiae, onde Bento XVI vive em recolhimento e para onde já tínhamos enviado uma carta com esse pedido. Após alguns minutos de diálogo, percebemos que não seria de todo fácil… Não vimos o nosso desejo concretizado mas o encontro com este membro da Cúria Romana terminou com uma fotografia de grupo com D. Müller.

O primeiro dia de peregrinação terminou com um jantar tipicamente italiano e uma visita a um dos sítios mais emblemáticos da cidade de Roma: La Fontana di Trevi. Pelo caminho, encontrámos duas Irmãs Franciscanas, não perdendo a oportunidade de lhes oferecer algumas pagelas dos nossos Pastorinhos, os Beatos Francisco e Jacinta, pedindo-lhes que rezassem pela sua canonização.
O dia de Sábado, 7 de Setembro foi longo! Era o dia de jejum, penitência e oração proposto pelo Papa Francisco para pedir o dom da paz para o mundo. Logo de manhã, dirigimo-nos à lindíssima Basílica de Santa Maria Maior para rezar o Terço, na Capela onde está o famoso ícone de Nossa Senhora, ‘Salus Populi Romani’, o mesmo que iria estar nessa noite junto do Papa, na Vigília de oração. Após o Terço, foi rezada a Santa Missa Votiva de Nossa Senhora, Rainha da Paz. Seguidamente, dirgimo-nos à Basílica de São João de Latrão, que não foi visitada na totalidade devido aos preparativos para as ordenações episcopais que ali ocorreriam nessa tarde.

Depois de um leve almoço, rumámos à Praça de São Pedro para podermos conseguir um lugar privilegiado para a Vigília. Enquanto a Praça não era acessível, cantavam-se cânticos marianos em várias línguas. Rezámos o terço com um grupo italiano que, no final, começou a entoar o ‘Avé de Fátima’, para grande emoção de todos os peregrinos de língua lusitana, cujas vozes logo se juntaram às primeiras! Foram momentos inesquecíveis, de união e comunhão, em oração à Rainha da Paz. Durante a espera, fomos ainda interpelados por alguns repórteres de várias partes do mundo que estavam a cobrir o evento em directo, dando testemunho da Fé que temos na força da oração.
Devidamente instalados na Praça de São Pedro – sentados a pouquíssimas filas do Altar! – aguardámos a chegada do Santo Padre. Pelas 19 horas, o Sucessor de Pedro surge e saúda os peregrinos. Logo depois, iniciou-se a Procissão para o Altar com o ícone de Nossa Senhora e foi recitado o Terço do Rosário. A Vigília durou 4 horas, estando a Praça repleta de peregrinos – 100 a 200 mil pessoas – mas o silêncio que se fazia nos momentos de adoração ao Santíssimo Sacramento era impressionante! No fim, o Papa Francisco agradeceu carinhosamente o sacrifício de permanecermos ali com ele todo este tempo: «Obrigado por me terem feito companhia! Boa noite e bom descanso». Foram horas de muito cansaço e alguma fome, mas ao mesmo tempo, únicos e inesquecíveis, um autêntico ambiente penitencial e de oração, tal como desejou o Santo Padre.

Era já perto da meia-noite quando regressámos a casa, agradecendo a Deus a graça de estarmos precisamente neste dia na Sé de Pedro a rezar pela paz no mundo.

O Domingo iniciou-se com uma caminhada até à Praça de São pedro para a oração do Angelus. Nela, o Papa apelou novamente à paz e à não comercialização de armas: «Continuemos com a oração e com as obras de paz! Convido-vos a continuar a rezar para que cesse imediatamente a violência. A busca pela paz é um longo caminho que exige paciência e perseverança! Continuemos com a oração!»
A tarde de Domingo foi passada a visitar o centro de Roma, algumas Praças e igrejas antigas. Assistimos à Missa Dominical na bonita igreja da Santissima Trinità dei Pellegrini, celebrada na Forma Extraordinária do Rito Romano, segundo as disposições do Papa Bento XVI no seu Summorum Pontificum.

O último dia de peregrinação foi mais dedicado à parte cultural. Visitámos os Museus Vaticanos, onde apreciámos as belíssimas obras de pintura e escultura, terminando na Capela Sistina, onde são eleitos os Sumos Pontífices. Seguidamente, houve tempo para a aquisição de algumas recordações perto das muralhas do Vaticano, antes de embarcarmos de novo para Portugal.

Para nós, enquanto Grupo, estes dias de peregrinação à Sé de Pedro foram uma oportunidade de crescimento espiritual, pessoal e, claro, de espírito de Grupo. A grande intenção que deixámos em Roma foi que Nossa Senhora, Mãe da Igreja, interceda por todos os jovens; que sejam sempre e em tudo testemunhas firmes e fiéis da Fé e da Doutrina que esta nossa Igreja Católica propõe ao mundo para a salvação eterna da humanidade!

  

domingo, 8 de setembro de 2013

O nascimento da Virgem Maria iluminou o mundo inteiro




«Hoje é o dia em que Deus começa a pôr em prática o Seu plano eterno, pois era necessário que se construísse a casa, antes que o Rei descesse para habitá-la. Casa linda, porque, se a Sabedoria constrói uma casa com sete colunas trabalhadas, este palácio de Maria está alicerçado nos sete dons do Espírito Santo».

(São Pedro Damião)


Os Evangelhos nada dizem sobre o nascimento da Virgem Santíssima. Não há nenhum relato de nenhuma profecia, nem aparições de anjos, nem são narrados sinais extraordinários pelos Evangelistas. De facto, só no Céu houve Festa, pois o Filho de Deus vê a Sua Mãe nascer.

Porque foi concebida sem pecado original, alguns teólogos afirmam que Nossa Senhora foi dotada do uso da razão desde o primeiro instante da sua existência.

Desde o ventre materno que, certamente, se estabeleceu no espírito da Bem-Aventurada Virgem Maria o intuito de vir a ser, um dia, a serva do Senhor.

Assim, podemos acreditar que, ainda antes do seu nascimento, Nossa Senhora começava a interferir nos destinos da humanidade. A sua presença na Terra era uma fonte de graças para todos aqueles que d'Ela se aproximavam. Pois se da túnica de Nosso Senhor - conta o Evangelho - se irradiavam virtudes curativas para quem a tocasse, quanto mais da Mãe de Deus!

Por isso, pode-se dizer que, embora fosse Ela uma criança, já desde o seu nascimento que imensas graças raiaram para a Humanidade.

sábado, 7 de setembro de 2013

Rainha da Paz, rogai por nós!


Ave, Regina Pacis


 Ó Rainha do Santíssimo Rosário,
Auxilio dos Cristãos, refúgio do género humano
e vencedora de todas as batalhas de Deus!

Vós, ó Mãe de misericórdia,
consegui-nos de Deus a paz;
e as graças que podem converter os corações,
as graças que reparam, conciliam e asseguram a paz.

Santa Rainha da Paz, rogai por nós
e dai ao mundo em guerra a paz por quem suspiram os povos,
a paz na verdade, na justiça e na caridade de Cristo.

Dai a paz das armas e a paz das almas,
para que, na tranquilidade do mundo,
se dilate o Reino de Deus. 

Dai a paz aos povos separados pelo erro ou a discórdia,
especialmente a aqueles que Vos professam singular devoção.

Nossa Mãe e Rainha do Mundo,
Que o Vosso amor e auxílio acelerem o triunfo do Reino de Deus,
e que todas as nações, em paz entre si e com Deus,
Vos proclamem Bem-Aventurada
e entoem convosco,
de um extremo a outro da terra,
o eterno cântico de louvor ao Coração de Jesus,
em quem se pode encontrar a Verdade, a Vida e a Paz.


.Excertos do texto de Consagração 
do mundo ao Coração Imaculado de Maria, 
pelo Papa Pio XII a 31 de Outubro de 1942.
 




ativa, no modo que considerem mais oportuno, os irmãos cristãos não católicos, aqueles que pertencem a outras religiões e os homens de boa vontade» - Papa Francisco, Angelus de 1 de Setembro de 20013.

Respondendo ao apelo do Santo Padre, toda a paróquia de Mafra irá unir-se em oração, no próximo Sábado, dia 7 de Setembro, pedindo a intercessão da Santíssima Virgem Maria pela Paz no Médio Oriente, Síria e no mundo inteiro, com a oração do Terço do Rosário. A Jmv Sobreiro disponibilizará brevemente o guião do Terço que será rezado na igreja do Sobreiro, pelas 21h00 do próximo Sábado.

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Avé, Avé Nossa Senhora da Paz

 
Um cântico entoado num ensaio pela JMV Sobreiro
 
O povo de Deus Te aclama,
Nossa Senhora da Paz.
O mundo chama por Ti,
És Mãe de Deus, nossa Mãe.

Avé! Avé! Nossa Senhora da Paz.
  
A paz que o mundo não tem,
Só do Céu nos vem,
Só Tu no-la dás.
Só Tu, ó Virgem Maria,
Rainha do mundo, rainha da paz!


A paz que o mundo não tem,
À espera de alguém
Que a possa trazer:
Só Tu, ó Virgem Maria,
Senhora do mundo, lhe podes valer!

  
A paz que o mundo procura,
Na noite mais escura
Do seu caminhar:
Só Tu, ó Virgem Maria,
Senhora do mundo, o podes salvar!


A paz que os Anjos cantaram,
E que anunciaram
Ao mundo em Belém;
Só Tu, ó Virgem Maria,
Senhora do mundo, a dás porque és Mãe.



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