"Raios de Luz"


sábado, 11 de maio de 2013

«Mestra do Anúncio, Profecia do Amor»



Estamos a aproximar-nos do 96º aniversário da primeira aparição de Nossa Senhora na Cova da Iria, rumo às grandes celebrações que marcarão os 100 anos das aparições de Fátima!
Em 2011 foi composto um Hino para o Centenário das Aparições, o qual foi entoado no Santuário na peregrinação de 12 e 13 de Maio desse mesmo ano.

Que este Hino nos leve a olhar para a Mãe Clemente e Piedosa, a Virgem Maria que é o anúncio da Verdade de Deus aos homens. Há quase 100 anos, a «Senhora mais brilhante que o sol» apareceu na nossa terra, em Fátima. Cantemos-Lhe, louvando-A pela Sua contínua intercessão em favor da Igreja e do mundo.

Deixamos aqui um vídeo deste lindíssimo Hino a Nossa Senhora e a letra das duas primeiras estrofes:

Ouvindo o arauto da Mensagem,
Ó terra eleita que o Espírito lavra,
Também dizemos: 'oh! Cheia de graça,
Sois serva e mensageira da Palavra'.
Saudada por todas as gerações:
Feliz entre as mulheres, sois, Maria!
Bendito o Anjo que Vos precedeu:
Custódia, como Vós, da Eucaristia.

Ave o clemens, Ave o pia!
Salve Regina Rosarii Fatimae!
Ave o dulcis Virgo Maria!

No templo apresentastes Vosso Filho
E o anúncio da espada ecoou:
Dor que jorra da Cruz do Homem-Deus,
Dor que sobre a azinheira ressoou.
Ensinando a excelsa Sabedoria,
Encontrastes Jesus entre os doutores;
Mensagem que ensinais à multidão,
Pedindo a conversão dos pecadores.

Clique aqui para aceder à letra e pauta do Hino do Centenário

Consagração do Pontificado do Papa Francisco a Nossa Senhora de Fátima


No início do mês de Abril, durante a Assembleia Plenária da Conferência Episcopal Portuguesa, o Cardeal-Patriarca de Lisboa anunciou que o Papa Francisco lhe pedira, por duas vezes, para consagrar o seu Pontificado a Nossa Senhora de Fátima.

No mesmo comunicado, D. José Policarpo afirmou que esse seria um «mandato que podia cumprir no silêncio da oração. Mas seria belo que toda a Conferência Episcopal se associasse à realização deste pedido». E de facto, alguns dias mais tarde, os bispos portugueses decidiram que esta consagração seria realizada publicamente no dia 13 de Maio, no Santuário de Fátima, durante a Peregrinação Aniversária que assinala a primeira aparição de Nossa Senhora na Cova da Iria.

Consagrar algo ou alguém a Deus significa «torná-lo sagrado», ou seja, é um  acto pelo qual uma coisa deixa de ser profana, ou mundana, para ser destinada ao serviço de Deus.


Poderíamos pensar: 'Mas o Papa foi escolhido pelo Espírito Santo, portanto está desde o primeiro momento ao serviço de Deus e da Igreja'. Sim, é verdade. O Papa Francisco foi uma escolha de Deus para que esteja ao Seu serviço. No entanto, tal como rezamos pela santificação dos sacerdotes, também eles homens escolhidos por Deus, mais ainda devemos rezar pelo Santo Padre porque ele é o sinal visível da unidade da Igreja, pedindo que ele seja firme na integridade da Fé e confirme nessa mesma Fé os seus irmãos que lhe estão confiados. Em todas as Missas rezamos pelo Santo Padre, no entanto, na nossa oração pessoal devemos também fazê-lo.

Mas porquê consagrar um Pontificado a Nossa Senhora? O próprio Santo Padre, no dia seguinte à sua eleição, consagrou-se pessoalmente à Virgem Santíssima e invocou a Sua protecção para a missão que lhe fora confiada. Consagrar-se a Nossa Senhora significa deixar que a Virgem bendita exerça plenamente no consagrado a Sua maternidade espiritual, pela qual gera os Seus filhos para a santidade.


O Papa Francisco pediu expressamente que o seu Pontificado fosse consagrado à Virgem de Fátima, consciente que a Mensagem da Cova da Iria está intimamente ligada ao Papado. Com este bonito gesto, o Sumo Pontífice mostra a sua plena confiança e filial devoção à Mãe do Céu, ao mesmo tempo que quer 'dar um recado' ao povo português, tantas vezes por ele repetido publicamente: «Rezem por mim!»

A JMV Sobreiro convida todos os leitores a atenderem ao pedido dos Bispos de Portugal a juntarem-se a este momento de oração, no próximo dia 13 de Maio:

«Todo o povo de Deus é convidado a aderir a esta consagração, em oração pelo serviço pastoral do Papa Francisco».

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Ascensão do Senhor: fortalecimento da Fé


Celebramos, no próximo Domingo, a Ascensão do Senhor ao Céu. O Filho de Deus que havia ressuscitado na manhã de Páscoa, permaneceu quarenta dias com os Seus discípulos, ensinando-os e fortalecendo a fé daqueles que haviam de ser os primeiros bispos da Igreja e depois subiu ao céu, para junto do Pai, prometendo o auxílio do Espírito Santo.

Depois de desempenhar esta nobre função de instruir os discípulos nas coisas relativas à Santa Igreja e de lhes certificar a Sua ressurreição, o Senhor, antes de deixar a terra mostrou-se aos discípulos uma última vez. Cercado de cerca de uma centena de pessoas, repetiu-lhes mais uma vez aquilo que lhes tinha ordenado: ensinar o Evangelho pelo mundo inteiro.

Após esta  última petição, o nosso Redentor levantou as mãos e abençoou-os. Essa bênção é um dom que vem de Deus e que marca toda a vida e toda a acção dos discípulos, capacitados para a missão pela força de Deus.

Diz São Boaventura numa meditação sobre a Ascensão, que Jesus abraça a Sua Santíssima Mãe animando-a e conforta os Seus discípulos que entre lágrimas Lhe beijam os pés. Com as mãos levantadas e o rosto extraordinariamente majestoso e amável, o Senhor Se eleva como um Rei, sentando-Se à direita do Pai.

A entrada triunfal de Jesus no Céu deve ser causa da nossa alegria e fortalecimento da nossa Fé. Tal como a águia ensina os seus filhos a voar, assim hoje Jesus nos ensina a elevar os nossos olhos e as nossas almas para o Céu.

Devemos assim fixar a nossa vida neste convite que Jesus nos faz: ir para junto de Deus onde está o nosso Justíssimo Advogado. Para isso, é necessário desprendermos o nosso coração da terra e das coisas mundanas e suspirar pela Pátria Celeste.

Como exemplo e modelo tenhamos diante dos nossos olhos a vida de Nosso Senhor Jesus Cristo e de Sua Mãe, Maria Santíssima, imitando-os na humildade e mansidão, na caridade e acima de tudo pelo zelo pela glória de Deus.

Ao meditar neste Evangelho, procuremos despojar-nos do homem velho que há em nós, revestindo-nos das virtudes de Jesus Cristo. Nem sempre é um caminho fácil, mas recordemos que Jesus voltará um dia como Juiz dos vivos e dos mortos.

Que com o auxílio da Virgem Imaculada, Mãe de Deus e Rainha dos Apóstolos, sejamos capazes de por de lado os bens da terra, para suspirarmos apenas pelos bens do paraíso dos quais somos merecedores pela Paixão de Jesus Cristo.



Proposta de cânticos para a Missa:

Entrada - Aclamai Jesus Cristo
Ofertório - Jesus Cristo, ontem e hoje (C. Silva)
Comunhão - Eu estou sempre convosco (A. Cartageno)
Acção de Graças - Cristo, Filho de Deus (Taizé)
Final - Totus Tuus Maria (A. Cartageno)

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Fátima: um resumo da Doutrina Católica


A Mensagem de Fátima é um autêntico resumo da Doutrina Católica. Nela podemos encontrar os mais elementares - e alguns até esquecidos – dogmas da Igreja, ou seja, verdades de Fé em que devemos acreditar. A Mensagem trazida por Nossa Senhora fala-nos do Céu, da real existência do Inferno (que muitos insistem em negar) e do Purgatório. E o próprio Jesus confirmou todos os dogmas definidos pela Igreja relativos à Santíssima Virgem, quando explicou à Irmã Lúcia o porquê de serem cinco os Sábados de reparação ao Coração Imaculado de Maria.

Mas antes das aparições de Nossa Senhora, o Céu quis destacar pelo menos dois dos dogmas principais da Fé Católica, nas aparições do Anjo aos Pastorinhos: o dogma da Transubstanciação e o dogma da Redenção.

No primeiro, a Igreja declara que «pela consagração do pão e do vinho opera-se a mudança de toda a substância do pão na substância do Corpo de Cristo Nosso Senhor e de toda a substância do vinho na substância do Seu Sangue; esta mudança, a Igreja católica denominou-a com acerto e exactidão Transubstanciação».

De facto, na terceira aparição do Anjo, este apresentou-se com um cálice na mão e uma hóstia suspensa, da qual caíam umas gotas de sangue. Seguidamente, prostrou-se com os Pastorinhos e rezou a oração que hoje todos conhecemos: «Santíssima Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo! Adoro-Vos profundamente…». Só os católicos se prostram em adoração à Hóstia Consagrada, pois sabem, pela Fé da Igreja, que ali está verdadeiramente Jesus Cristo, nosso Deus, em Corpo, Sangue e Alma, tal como está no Céu.

Com o dogma da Redenção, a Igreja declara que «Jesus Cristo quis oferecer-se a si mesmo a Deus Pai, como sacrifício apresentado sobre a árvore da cruz, com a Sua morte, para conseguir para eles [os que estão sob o poder do pecado] o eterno perdão».

Ora, na mesma oração ensinada pelo Anjo para se rezar ao Santíssimo Sacramento, diz-se «… E pelos méritos infinitos do Seu Santíssimo Coração[de Jesus] e do Coração Imaculado de Maria, peço-Vos a conversão dos pobres pecadores».

O Coração de Jesus é o centro do Mistério Pascal. Ao pedirmos a conversão dos pecadores pelos méritos do Coração de Jesus, pedimo-la pelos méritos (ou pelos merecimentos, se preferirmos) da sua Paixão, Morte, Ressurreição e Ascensão aos Céus. Este Divino Coração possui méritos infinitos, porque pela Sua entrega por nós na Cruz, fomos reconciliados com Deus duma vez para sempre.

Estes dois exemplos podiam ser suficientes para atestar a conformidade da Mensagem de Fátima com a Doutrina da Igreja, mas há muitos outros exemplos que nos levam a perceber que Fátima é um compêndio dos Evangelhos e da Doutrina Cristã!

O Beato João Paulo II compreendeu isto muito bem, conforme mostra a belíssima frase que proferiu na sua peregrinação Fátima, a 13 de Maio de 1982: «O conteúdo da mensagem de Nossa Senhora de Fátima está tão profundamente radicado no Evangelho e em toda a Tradição, que a Igreja se sente interpelada por esta mensagem».


Fontes:
 - Mysterium Redemptionis: 
Actas do Congresso de Fátima Do Sacrifício de Cristo à
            dimensão sacrificial da existência cristã, 
Santuário de Fátima, 2002.

            - A Oração do Anjo,
de Francisco Wakkers

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Os Pastorinhos de Fátima


As aparições de Nossa Senhora na Cova da Iria tiveram três pequenos protagonistas que, em 1917, em nada se distinguiam dos restantes habitantes da aldeia de Fátima. Os três videntes, conhecidos em todo o mundo pelos «Três Pastorinhos», não foram dotados de virtudes especiais nem de grandes faculdades místicas, mas Nossa Senhora escolheu-os para transmitirem a importante Mensagem que trouxe do Céu por serem três simples e inocentes crianças, como aconteceu em outras importantes aparições marianas.


Talvez com isso Nossa Senhora quisesse lembrar o mundo que Deus «esconde estas coisas aos sábios e inteligentes e as revela aos pequeninos» (Mt 11, 25), precisamente porque as crianças são como Maria, a humilde serva do Senhor: inocentes, simples e puras.

A mais velha dos videntes, Lúcia dos Santos, era muito meiga, com uma fisionomia característica dos habitantes serranos. Era muito amiga das crianças mais novas e dizem as testemunhas da época que «todas queriam a sua companhia para brincar», uma vez que a sua criatividade para inventar jogos era enorme. Era a Lúcia que ensinava a Doutrina às crianças mais pequenas e fazia tronos e procissões para os santinhos. Sempre gostou muito de cantar a Nossa Senhora e uma das melodias preferidas dela era o conhecido cântico popular: “No Céu, um dia A irei ver…” Mal imaginava ela que teria o privilégio de ver a Senhora ainda cá, neste mundo!
Os outros dois videntes, os irmãos Francisco e Jacinta, eram primos da Lúcia e tinham, na altura das aparições 9 e 7 anos, respectivamente. O Francisco não tinha tantas feições de habitante da serra, apresentando cara morena, redonda e olhos mais claros. Segundo os seus contemporâneos, o Pastorinhos de Fátima «era robusto, meigo, muito enérgico e amigo dos animais e da natureza». Ao contrário da sua irmãzinha, era muito pacífico e não se importava se perdia nos jogos ou se alguma coisa corria mal. Outro dos encantos do Francisco era tocar pífaro, ao som do qual as suas companheiras bailavam nos campos da Cova da Iria enquanto o rebanho pastava.

Apesar de pacífico e contemplativo, o Francisco era um rapaz de muita energia e até atrevido, gostando de pregar partidas aos familiares e envolvia-se em alguns conflitos, próprios dos rapazes da sua idade. Por ser contemplativo, maravilhavam-no as belezas da Criação, gostando muito de ver o nascer e o pôr-do-sol, ao qual chamava «a candeia de Nosso Senhor».  
A pequena Jacinta tinha um carácter muito diferente do seu irmão. Tinha rosto redondo, lábios finos e um olhar mais claro e até invulgarmente vivo para a sua tenra idade. Muito sensível, impressionava-se com facilidade, sem disso fazer um drama. Era muito chegada a Lúcia e amuava quando não a deixavam ir com a prima para os campos com o rebanho. Apaixonada por flores, a Primavera era a sua época do ano preferida e, ao contrário do irmão, gostava mais da luz da Lua, «a candeia de Nossa Senhora» e das estrelas, às quais chamava «as candeias dos Anjos». À semelhança da sua prima Lúcia, também gostava de cantar e o seu cântico preferido era o conhecido “Salvé, Nobre Padroeira”, o qual cantava muitas vezes pedindo a protecção de Nossa Senhora para Portugal. A Jacinta gostava muito de brincar e de bailar, mas tinha um temperamento muito forte e, se não fosse tudo como ela queria ou planeava, amuava com muita facilidade.

Assim, os três pequenos videntes de Fátima eram crianças analfabetas, de modos serranos, simples, mas verdadeiramente apaixonados por Deus e por Nossa Senhora. A Virgem Santíssima serviu-se das suas qualidades e também dos seus defeitos, moldando-os de maneira a que conseguissem heroicamente transmitir com perfeita obediência e fidelidade a Mensagem que veio do Céu até àquela pequena aldeia de Fátima e, daí, para a Igreja e para todo o mundo.

Os dois videntes mais pequenos foram já beatificados pela Igreja, enquanto o processo de beatificação da Irmã Lúcia está já numa fase avançada de estudos. Mas, é preciso dizê-lo, estas crianças não são santas por terem visto a Mãe de Deus! São santas porque se santificaram ao acolher a Mensagem da Senhora e a colocarem em prática aquilo que Ela pediu: Oração, sacrifício e penitência.

Tal como estas crianças, também nós somos chamados a pôr em prática os ensinamentos de Nossa Senhora, rezando e sacrificando-nos pelos pecadores e em reparação dos pecados que ofendem tanto a Deus. E, assim, a santidade será uma realidade cada vez mais perto de cada um de nós!

NOTA: Alguns excertos retirados do livro
«Era uma Senhora mais brilhante que o sol»,

terça-feira, 7 de maio de 2013

São Domingos e a devoção ao Rosário


Um dos santos que facilmente se relaciona com a Devoção a Nossa Senhora é São Domingos de Gusmão, um santo de origem espanhola que nasceu no dia 24 de Junho de 1170. Aos vinte e quatro anos, sentindo o chamamento de Deus, recebeu a ordenação sacerdotal. tendo sido enviado para a diocese de Osma, onde se distinguiu pela competência e zelo apostólico.

Durante a Idade Média, período em que viveu, havia a heresia dos albigenses, ou cátaros, surgida no sul da França. O Papa Inocêncio III enviou-o para lá a fim de combater os católicos que acreditavam na reencarnação.

Um dia, estando São Domingos na capela do convento,  rezando pela redenção das almas, apareceu-lhe Nossa Senhora e entregou-lhe o Rosário dizendo: “Se queres ganhar para Deus esses corações endurecidos, prega o meu Rosário". A partir daí, São Domingos com seu zelo inflamado começou a pregar sobre o Rosário e converter milhares de hereges à fé católica. A partir daí, São Domingos com seu zelo inflamado começou a pregar sobre o Rosário e converter milhares de hereges à fé católica.

Conta a tradição, que certo dia, em Roma uma piedosa senhora se foi confessar a São Domingos e que este lhe impôs como penitência rezar um Rosário, tendo-a também aconselhado a rezá-lo todos os dias da sua vida. Todavia, a senhora respondeu que já rezava muitas outras orações e que não gostava do Rosário.

Um dia, estando a senhora em oração, foi arrebatada em êxtase, e a sua alma foi obrigada a comparecer diante do supremo Juiz. São Miguel apresentou uma balança, onde de um lado colocou todas as suas penitências e outras orações, e de outro lado os seus pecados e imperfeições.

O prato das boas obras não conseguiu contrabalançar o outro. Alarmada, recorreu a Nossa Senhora, pedindo misericórdia. Eis pois que a Santíssima Virgem colocou sobre a balança das 'boas obras' um único Rosário, que ela tinha rezado por penitência. Foi tão grande o peso, que venceu o peso dos pecados.

Quando voltou a si, foi ajoelhar-se diante de São Domingos, contou-lhe então o sucedido e pediu-lhe perdão pela sua falta de fé e devoção à oração do Terço do Rosário.

São Domingos foi de facto o grande impulsionador da devoção à oração do Rosário. Tal como este acontecimento na vida desta mulher que compreendeu o valor do Terço, muitos outros aconteceram com a pregação deste Santo Mariano.

Procuremos com esta meditação aprofundar a história da devoção ao Rosário, mas mais ainda, fomentar o hábito de rezar o Terço em reparação dos pecados cometidos contra o Imaculado Coração de Maria e pela conversão dos pecadores.

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Bento XV e a súplica ao Céu

Em 1917 a Primeira Guerra Mundial estava no seu auge, sem sinais de que o fim estaria próximo. Nessa altura, o Papa reinante era Bento XV e tentou, por todos os meios diplomáticos, travar o conflito e apressar a paz.

Como que esgotadas as hipóteses ‘naturais’ para o fim da guerra, Bento XV pediu a todos os cristãos que suplicassem à Virgem Mãe que concedesse a paz ao mundo, rezando que esta paz viesse somente por Ela. Numa Carta de 5 de Maio de 1917, o Papa escreve:

«A nossa voz sincera e suplicante, invocando o fim deste vasto conflito, o suicídio da Europa civilizada, foi então ignorada e assim continua a ser desse essa altura (…) Todavia, a nossa confiança não diminuiu.


Por intermédio das mãos da Santíssima Virgem, é nosso desejo que o pedido dos Seus filhos mais aflitos, mais do que nunca nesta hora terrível, se volte com viva confiança para a excelsa Mãe de Deus».


Seguidamente, Bento XVI ordenou que a invocação Rainha da Paz, rogai por nós fosse acrescentada à Ladainha de Nossa Senhora.

O mundo e o próprio Papa estavam longe de imaginar que a resposta do Céu viria apenas oito dias mais tarde, a 13 de Maio de 1917. Como é sabido, nas aparições de Fátima, Nossa Senhora afirmou por várias vezes que é preciso rezar muito, especialmente o Terço, para Deus alcance a paz para o mundo e fim da guerra. E de facto, a Primeira Grande Guerra terminou cerca de um ano depois, em 1918.

Não é exagerado, de maneira nenhuma, dizer que Fátima foi uma resposta do Céu às súplicas da Igreja! Bento XV, com todo o povo cristão, suplicou ao Céu e o Céu não tardou a responder a pedido do Sucessor de São Pedro. Ao meditar nestes factos, que aconteceram no início do séxulo XX, é quase impossível não lembrar as palavras de Jesus a Pedro, o primeiro Papa: «Tudo o que ligares na Terra, será ligado no Céu». A História confirma, com este e outros episódios, que o Papa é o verdadeiro Sumo Pontífice, aquele que faz a ponte entre os homens e Deus.

Este belíssimo exemplo mostra que a figura do Santo Padre teve, desde o princípio, um papel específico e primordial na Mensagem de Fátima, como veremos em textos que serão publicados em breve.

E porque, quase 100 anos depois, o mundo ainda se agita em convulsões, conflitos e violência, deixamos, em jeito de oração, mais um excerto da súplica de Bento XV, quando pediu a paz para o mundo por intercessão da Virgem Santíssima:


«Que um apelo amoroso e devoto se eleve de todos os cantos da terra,
dos nobres templos à capelinhas mais pequenas,
dos palácios reais e das mansões dos ricos às choupanas mais humildes,
das planícies ensopadas em sangue e dos mares,
a Maria, que é a Mãe de Misericórdia e Omnipotente pela graça.

Que se elevem a Ela os gritos de angústia das mães e das esposas,
os choros dos pequeninos inocentes,
os suspiros de todos os corações generosos,
para que a Sua solicitude, tão terna e benigna,
seja tocada e que seja concedida ao nosso mundo agitado
a paz que desejamos».

Dia da Mãe com Nossa Senhora


No primeiro Domingo do mês de Maio, comemoramos todos os anos o Dia da Mãe. A JMV Sobreiro, lembrando o dom da vida que as mulheres têm a possibilidade de dar, quis no final da Missa de hoje, felicitar todas as mães e senhoras presentes na igreja do Sobreiro com uma flor, junto da qual se encontrava uma pequena pagela com uma oração a Nossa Senhora, a Mãe de Deus e Mãe da Igreja.

Ao terminar a oração do Terço na capela da Igreja do Sobreiro, junto de muitas pessoas, o grupo de jovens quis também oferecer a Nossa Senhora uma flor.


No entanto, diferente das flores das outras mães, à Mãe do Céu oferecemos uma 'lágrima de Mãe', lembrando as vezes que a Virgem Maria chora pelos nossos pecados cometidos contra o Seu amado Filho e o Seu Imaculado Coração. E tantas vezes que ofendemos estes Corações de Jesus e de Maria, cheios de amor por cada um de nós!

Ao som de um cântico cuja letra e música foram compostas por um elemento do grupo coral, um jovem da JMV Sobreiro depôs no trono da Virgem Maria a pequena flor. Não podemos deixar de partilhar este momento e a letra do cântico que une as lágrimas de cada um de nós às lágrimas de Maria:

Mãe és a flor mais bela
Regato de sol, no meu jardim
Mãe, simples eu sou
Sou fruto do amor, amor sem fim.

Mãe, Tu és ternura
Também és doçura
Da vida que já vivi.
Mãe, pedaço de mim
É com teu amor
Que eu sou feliz.

Mãe, o tempo passou
Crescido eu estou, mas não te esqueci.
Mãe, gosto de te ter
Mesmo se a sofrer, ao pé de mim.

domingo, 5 de maio de 2013

Oração a Nossa Senhora pelas mães



Santa Mãe de Deus e nossa Mãe,
intercedei por todas as mães em todas as adversidades.
Mãe Santíssima, fazei que todas as mães que geraram os seus filhos para a vida,
os gerem e eduquem também para a graça.

Ó Virgem Mãe, sede o modelo de santidade para todas as mães
e fazei que todas as mulheres aprendam convosco
a ser no mundo um sinal do amor infinito do nosso Deus.

Ámen. 

Fátima Jovem 2013


A JMV Sobreiro encontra-se durante este fim-de-semana no Santuário de Fátima no Encontro Nacional de Jovens 2013. Desde a partida, no Sobreiro, que a oração tem marcado o percurso do grupo até agora.

Pelo caminho, ao mesmo tempo que o Santo Padre rezava o Terço em Roma, na Basílica de Santa Maria Maior, a JMV Sobreiro aliava-se a esta oração, rezando também pelos frutos da Consagração do Pontificado do Papa Francisco a Nossa Senhora de Fátima, daqui a nove dias, no aniversário da Primeira Aparição.

À chegada a Fátima fomos até à Capelinha das Aparições para saudar Nossa Senhora. Apesar de não ter sido possível ao grupo estar presente na hora da Saudação prevista pelo Departamento Nacional da Pastoral Juvenil, quisemos usar o guião proposto.

Já depois do jantar, rumámos novamente ao Santuário para a recitação do Terço e Procissão das Velas. No final da Procissão, foi rezada uma oração escrita pelo Papa Bento XVI que não podemos deixar de publicar:

Maria, Mãe do sim,
tu escutaste Jesus
e conheces o timbre da sua voz
e o palpitar do seu coração.

Estrela da manhã, fala-nos dele
e conta-nos o teu percurso
para o seguires no caminho da fé.

Maria, que em Nazaré
habitaste com Jesus,
 imprime na nossa vida
os teus sentimentos,
a tua docilidade,
o teu silêncio que escuta
e faz florescer a Palavra
em opções de verdadeira liberdade.

Maria, fala-nos de Jesus,
para que o vigor da nossa fé
brilhe nos nossos olhos e anime
o coração de quem nos encontra,
como tu fizeste, visitando Isabel
que na sua velhice
rejubilou contigo pelo dom da vida.

Maria, Virgem do Magnificat,
ajuda-nos a levar a alegria
ao mundo e, como em Caná,
estimula cada jovem,
comprometido no serviço aos irmãos,
a fazer só o que Jesus disser.

Maria, dirige o teu olhar
para os jovens,
para que sejam o terreno fecundo
da Igreja.

Pede para que Jesus, morto
e ressuscitado, renasça em nós
e nos transforme numa noite
plena de luz, plena d'Ele.

Maria, Porta do céu,
ajuda-nos a elevar para o alto o olhar.
Queremos ver Jesus. Falar com Ele.
Anunciar a todos o Seu amor.


Após esta Vigília Mariana, fomos até à Basílica da Santíssima Trindade para um momento de Adoração Eucarística.

No final do dia, dirigimo-nos ao Centro Pastoral Paulo VI para assistir a um musical intitulado: "A alegria da Fé".


sábado, 4 de maio de 2013

Fátima e a Devoção ao Imaculado Coração de Maria

No dia 10 de Dezembro de 1925, a vidente Lúcia de Fátima era noviça das Irmãs de Santa Doroteia em Pontevedra - Espanha. Nesse dia, apareceu-lhe Nossa Senhora, tendo um coração cercado de espinhos diante de uma das Suas mãos. A Virgem Santíssima disse a Lúcia:


«Olha, Minha filha, o Meu Coração cercado de espinhos que os homens ingratos a todo o momento Me cravam, com blasfémias e ingratidões. Tu, ao menos, vê de Me consolar e diz que a todos aqueles que durante cinco meses seguidos, no primeiro Sábado, se confessarem, recebendo a Sagrada Comunhão, rezarem um Terço e Me fizerem 15 minutos de companhia, meditando nos 15 Mistérios do Rosário com o fim de Me desagravar, Eu prometo assistir-lhes à hora da morte com todas as graças necessárias para a salvação».

Se lançarmos um olhar sem preconceitos a esta Devoção Reparadora dos Cinco Primeiros Sábados, descobriremos que a prática desta devoção é frequentar a Escola de Maria, a mesma escola que Jesus frequentou na Sua humanidade. Descobriremos então que é através do Coração da Mãe que Jesus nos quer configurar com Ele.
A Devoção ao Coração Imaculado de Maria é a mais bela expressão de ternura contida na Mensagem de Fátima! Como se já tivesse esgotado todos os meios para vencer a nossa rebeldia, Deus como que Se esconde no Coração Imaculado da Sua Mãe para atrair a Si os homens transviados que, nestes tempos, não se inibem de cometer e promover pecados pessoais e públicos!
 
Apesar da promessa de Nossa Senhora - «Eu prometo assistir-lhes à hora da morte com todas as graças necessárias para a salvação» - a devoção dos Primeiros Sábados não é um ritual mágico, nem nos pode deixar cair no relaxamento espiritual, tendo como certa a salvação! Pelo contrário: por contemplar a confissão, a comunhão e a oração, esta prática de desagravar o Coração de Nossa Senhora tem como objectivo principal ajudar-nos no nosso processo de conversão, ou seja, no nosso caminho até ao Céu, pois assenta no arrependimento sincero dos nossos pecados e numa progressiva, mas firme resolução de mudança de vida!
 
Esta Devoção é um dos pontos essenciais da Mensagem de Fátima. Foi e continua a ser uma das derradeiras tentativas de Deus para que o mundo se emende e caminhe para a salvação!
 
Como seria bom termos este desejo de salvação para toda a humanidade e pudéssemos dizer como a Irmã Lúcia, numa carta à sua madrinha: «Nunca me sinto tão feliz como quando chega o Primeiro Sábado do mês!»
 
Fonte: Livro «A Força dos Primeiros Sábados», de Isabel Greck (com adaptações)

sexta-feira, 3 de maio de 2013

"O Espírito Santo vos recordará tudo o que Eu vos disse"


No Evangelho do VI Domingo do Tempo Pascal, continuamos no contexto da Última Ceia, na qual Jesus entrega aos Seus discípulos o Mandamento do Amor. Jesus fala também da Sua partida para junto do Pai e de como a Igreja se manterá após a Sua Ascensão aos céus.

É através do Espírito Santo, que foi prometido aos Apóstolos, que a Igreja tem caminhado ao longo destes vinte séculos de história e que continuará até ao fim dos tempos, tal como refere Jesus.

Ao iniciar o Evangelho, Jesus diz aos discípulos «quem me ama guardará a minha palavra». Quem ama Jesus e O escuta, identifica-se com Ele, vivendo como Ele numa entrega da própria vida em favor de Deus e ao serviço dos irmãos. Mas não é esta proposta um caminho difícil, e exigente para os discípulos e para cada um de nós hoje em dia?

Muitas vezes, seguimos Jesus nos seus ensinamentos, somos fiéis à Eucaristia e perseverantes na oração mas falta-nos o resto: falta-nos viver de acordo com o Evangelho. Falta-nos dar testemunho vivo daquilo que acreditamos e d'Aquele que seguimos.


De facto nem sempre é fácil... Mas Jesus não deixou os Apóstolos sozinhos nem nos deixa a nós. «Mas o Paráclito, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, vos ensinará todas as coisas e vos recordará tudo o que Eu vos disse.» O Espírito Santo é um "auxiliador", um "consolador" que tem a função de ensinar e recordar tudo o que Jesus propôs.

Por maiores que sejam as nossas limitações, nós, homens, podemos olhar com confiança para os Céus e sentir-nos cheios de alegria: Deus ama-nos e liberta dos pecados aqueles que se arrependem e que procuram viver segundo os seus ensinamentos.

O Evangelho termina com a promessa da Paz. Não se trata, porém, de uma paz mundana, tal como refere Jesus. Na homilia da Missa de dia 30 de Abril, o Papa Francisco também fez referência à necessidade da Paz que desce dos céus, distinguindo-a claramente da paz que o mundo pode "dar", ou melhor dizendo, "fazer sentir".

Segundo o Papa, «se a Igreja tem a paz mundana, é uma igreja fraca, uma Igreja que será vencida e incapaz de anunciar o Evangelho e a mensagem da Cruz.» De facto, a Paz que Jesus deixa aos Seus discípulos fortalece a Igreja e ajuda-a a caminhar neste mundo.

Procuremos nesta semana pedir ao Senhor pela Santa Igreja. Rezemos pelo Santo Padre e por toda a Igreja, para que sejamos sempre fiéis aos ensinamentos de Jesus e dóceis à acção do Espírito Santo, procurando assim viver de acordo com o Evangelho e os Mandamentos da Lei de Deus.


Proposta de cânticos para a Missa:

Entrada - Nós somos as pedras vivas NCT 346

Ofertório - Senhor, Vós sois o caminho (C. Silva)
Comunhão - Pai Santo, guarda no Teu nome (M. Simões)
Acção de Graças - Enviai Senhor o Vosso Espírito (C. Silva)
Final - Crê em Jesus e serás salvo (T. Sousa)

NCT - Novo Cantemos Todos

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Os frutos do Rosário, segundo S. Luís Maria Montfort


Muito antes das aparições de Fátima, nas quais Nossa Senhora pediu continuamente que se rezasse o Terço do Rosário, já alguns santos incentivavam a prática de rezar esta oração tão agradável à Mãe de Deus.

São Luís Maria Grignion de Montfort (1673 – 1716), um grande Santo mariano, expõe muito claramente os frutos desta bela oração, acessível e proveitosa para todos:

«Não é possível expressar quanto a Santíssima Virgem estima o Rosário sobre todas as demais devoções, e quão magnânimo é ao recompensar os que trabalham para pregá-lo, estabelecê-lo e cultivá-lo. Recitado enquanto são meditados os mistérios sagrados, o Rosário é fonte de maravilhosos frutos e depósito de toda espécie de bens».

«A Santíssima Virgem estima o Rosário sobre todas as demais devoções». São Luís afirma-o no século XVIII. A própria Virgem confirma-o em meados do século XIX, ao aparecer em Lourdes com o Rosário na mão, e mais vincadamente ainda no início do século XX, nas Suas aparições em Fátima.

Continua São Luís de Montfort:
«Através do Rosário, os pecadores obtêm o perdão; as almas sedentas se saciam; os que choram acham alegria; os que são tentados, a tranquilidade; os pobres são socorridos; os religiosos, reformados; os ignorantes, instruídos; os vivos triunfam da vaidade, e as almas do purgatório encontram alívio. Perseverai, portanto, nessa santa devoção, e tereis a coroa admirável preparada no Céu para a vossa fidelidade».

Estes frutos são os mesmos que Nossa Senhora prometeu em Fátima, dois séculos depois: a conversão dos pecadores, o auxílio nas tentações, a santificação dos bons e, por fim, o triunfo dos que atenderem os Seus pedidos, juntamente com o Seu Coração Imaculado.

Não podemos ficar indiferentes a esta advertência do Céu! O ‘gasto’ de vinte ou trinta minutos no meio dos nossos afazeres diários pode traduzir-se num ‘ganho’ enorme para a nossa salvação e para a salvação de muitas almas! Procuremos cultivar o hábito de rezar o terço todos os dias e assim contribuir para a propagação do reinado do Imaculado Coração de Maria.


quarta-feira, 1 de maio de 2013

"Ite ad Joseph" - Festa de São José operário


Celebramos hoje a Festa Litúrgica de São José operário, solenemente proclamada por Sua Santidade o Papa Pio XII no dia 1 de Maio de 1955, na Praça de São Pedro diante de milhares de trabalhadores que à época reclamavam pelos seus direitos.

Interessa perceber, antes de mais, a razão pela qual o Papa Pio XII quis escolher São José, Patrono da Igreja, como o santo deste dia e quais os ensinamentos que devemos tomar da vida de S. José para a vida de hoje, volvidos que estão mais de 150 anos de história.

São José, que na Escritura e na Tradição da Igreja é reconhecido como um homem justo, é quem revela com a sua vida, que Deus que trabalha sem cessar na santificação de Suas obras, é o mais desejoso de trabalhos santificados: "Seja qual for o vosso trabalho, fazei-o de boa vontade, como para o Senhor, e não para os homens, cientes de que recebereis do Senhor a herança como recompensa... O Senhor é Cristo" (Col 3,23-24).

Por isso o Papa escolheu São José como protector deste dia, pois ninguém mais do que o humilde trabalhador de Nazaré pode ensinar aos outros trabalhadores a dignidade do trabalho, e protegê-los com a sua intercessão junto de Deus.

São José teve de enfrentar momentos difíceis, saindo vencedor pela confiança em Deus que nunca nos abandona. Ao lado de São José, Nossa Senhora acompanhava com carinho e ternura o crescimento do Filho de Deus feito homem.

O Papa Francisco, na Audiência Geral desta quarta-feira fez também a ligação da figura de São José com a da Virgem Maria, como se lê na escritura: "Guardava todas estas coisas no seu coração".

Segundo o Papa, para escutar o Senhor é preciso aprender a contemplá-lo, a perceber a sua presença constante na nossa vida. É preciso parar para dialogar com Ele; é preciso rezar, por isso convida todos a "recordar-se mais do Senhor no dia-a-dia. Durante este mês de Maio gostaria de chamar a atenção para a importância e a beleza da oração do Santo Rosário. Recitando a Avé Maria, somos conduzidos a contemplar os mistérios de Jesus, a refletir sobre os momentos centrais da Sua vida, para que, como para Maria e José, Ele seja o centro dos nossos pensamentos, das nossas atenções e das nossas acções."

Procuremos viver este mês de Maio com os olhos postos na Família de Nazaré: São José como o modelo humilde de serviço ao Senhor e de acompanhamento a Jesus e Maria. Nossa Senhora como modelo de entrega e amor ao Seu Filho Jesus Cristo. E Jesus, Filho Unigénito de Deus como nosso Salvador e Senhor da nossa vida.



Conferência na Basílica de Mafra

Na próxima Sexta-feira, dia 3 de Maio, a Basílica de Mafra receberá o Professor João César das Neves para a última conferência de um ciclo que se iniciou em Novembro sobre o Ano da Fé.

Desta vez, a Vigararia de Mafra apresenta este orador com o tema: "A Fé em tempo de crise"




Não perca, na próxima Sexta-feira, dia 3, pelas 21:30!


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